segunda-feira, 15 de junho de 2009

Marinha e aeronáutica avistaram novos destroços a 950 km de Noronha

Rio - O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informaram na tarde desta segunda-feira que militares a bordo das aeronaves avistaram destroços a cerca de 950 quilômetros de Fernando de Noronha, em área próxima a materiais encontrados anteriormente. Não foram avistados corpos.
Até o início desta noite, atuam diretamente nas buscas mais de mil militares brasileiros, sendo 761 da Marinha e 250 da Aeronáutica. Segundo o chefe de comunicação da Marinha, não há prazo para o fim das buscas.
A Fragata Bosísio segue para Fernando de Noronha com os seis corpos anteriormente encontrados pela Marinha Francesa e transferidos para o  navio  brasileiro. A estimativa de chegada à ilha é nesta terça-feira.

O acidente
O Airbus A330 saiu do Rio de Janeiro no domingo, 31 de maio, às 19h (de Brasília), e deveria chegar ao Aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília). De acordo com nota divulgada pela FAB, às 22h33 (horário de Brasília) o vôo fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III).
O comandante informou que, às 23h20, ingressaria no espaço aéreo de Dakar, no Senegal. Às 22h48 (horário de Brasília) a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta, segundo a FAB. Antes disso, no entanto, a aeronave voava normalmente a 35 mil pés (11 km) de altitude. A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília).
A equipe de resgate da FAB foi acionada às 2h30 (horário de Brasília). Na última sexta-feira foi confirmado, oficialmente, que os destroços encontrados no Oceano Atlântico eram do voo AF 447. Na manhã seguinte, a Marinha e a Aeronáutica localizaram os primeiros corpos das vítimas.

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