sexta-feira, 24 de maio de 2013

Incêndio atinge empresa de combustível em Duque de Caxias

Marco Aurélio Lisan com Extra e Globo News

RIO - Morreu na tarde desta quinta-feira um homem que ficou ferido durante o incêndio de que atingiu um depósito de combustível da Petrogold, em Duque de Caxias. De acordo com a prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Gelson da Silva Ferreira, 43 anos, era funcionário da empresa e foi socorrido antes da chegada dos bombeiros. Ele foi levado para Hospital estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, mas não resistiu aos ferimentos.

O incêndio de grandes proporções atinge o depósito da transportadora desde o fim da manhã desta quinta-feira. O local fica numa área residencial, na Rua Geraldo Rocha, número 298, na localidade de Jardim Primavera. Pelo menos sete tanques foram consumidos pelas chamas, que também atingiram algumas casas próximas. Bombeiros do Grupamento Operacional com Produtos Perigosos e de outros quatro quartéis foram acionados, por volta das 10h55m, isolaram a área e retiraram os moradores. Um bombeiro que combatia as chamas passou mal e foi atendido em uma ambulância. O fogo de pelo menos quatro tanques já foi controlado.

Devido ao risco de novas explosões, a Defesa Civil decidiu aumentar a área de isolamento na região onde fica a transportadora. Segundo o tenente coronel Gil Kempers, diretor do Centro estadual de Desastres, há ainda o risco de explosão dos outros três tonéis.

— O risco maior é o gás que esse tonel gera, não propriamente o combustível. Estamos aumentando a área de isolamento para garantir a segurança da população — afirmou Kempers, que disse ainda que a área de isolamento passou de quatro para cinco quarteirões.

Mais cedo, em nota, a direção do Hospital Adão Pereira Nunes informou que foi montado um plano de contingência para atendimento a possíveis vítimas do incêndio. A unidade não foi esvaziada, e os pacientes já internados permanecem onde estão. O hospital, no entanto, pede ainda que "pessoas que não estejam envolvidas no incêndio que atinge o depósito de combustível" evitem se dirigir ao hospital.

— Nossas equipes do Corpo de Bombeiros estão fazendo um trabalho muito cuidadoso de resfriamento no entorno do incêndio. O trabalho da Defesa Civil, junto com o Corpo de Bombeiros, é isolar a área — explicou Jerry Pires, subsecretário de Defesa Civil de Duque de Caxias.

O governador Sérgio Cabral, que participou da abertura de uma exposição no Centro do Rio, afirmou que também está acompanhando os trabalhos dos bombeiros para controlar o incêndio:

- Todo o contingente está lá trabalhando, me mantendo informado e oxalá a gente consiga debelar o mais rápido possível. Nossa equipe está lá, o Corpo de Bombeiros, presente. Já há unidade lá e reforçamos. Estamos acompanhando.

Testemunhas contaram que era possível ouvir barulhos das explosões. Muitos moradores deixaram suas casas abertas e saíram apenas com a roupa do corpo. Alguns conseguiram salvar os animais de estimação. Segundo o morador Dario Ferreira, de 56 anos, o incêndio ocorreu por volta das 10h e todos começaram a correr de suas casas, provocando um tumulto na região. Ele conta que teve tempo apenas para sair e socorrer a mulher, deixando a casa aberta.

— Nesta hora não podemos pensar em bens materiais, o mais importante é a vida — contou ele, apreensivo ao lado da mulher.

Os moradores que foram retirados de suas casas se aglomeram às margens da rodovia aguardando informações sobre seus imóveis.

— Minha mãe está com 80 anos e acabou de perder o marido. Não sei se ela aguentaria perder a casa também. Até agora não sabemos o que foi atingido — conta o pedreiro Edimar Nunes, de 54 anos, que mora em um imóvel ao lado da distribuidora.

Por medida de segurança, alunos da Escola municipal Anton Dworsak, que fica na Rua Geraldo Rocha sem número, próximo ao depósito da transportadora, foram liberados. A Secretaria municipal de Educação de Duque de Caxias está apurando o caso.

A vice-diretora da escola Anton Dworsak, Celia Loureiro, afirmou que poucas pessoas estavam na escola devido a uma greve e, por isso, a unidade foi esvaziada rapidamente. Apenas alguns funcionários e 12 alunos precisaram correr do local.

— A sorte foi que devido ao início da paralisação, a escola estava vazia, foi fácil retirar todo mundo e estamos todos bem. Meu carro ficou abandonado, ainda aberto, lá dentro — explica.

Bombeiros tentam controlar chamas em incêndio de grandes proporções em Duque de CaxiasBombeiros tentam controlar chamas em incêndio de grandes proporções em Duque de Caxias Foto: AlexandroAuler / Agência O Globo

Depósito irregular

A Transportadora Petrogold já foi embargada por irregularidade pela Polícia Federal. De acordo com informações do coronel José Maurício Padrone, coordenador de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca) da Secretaria estadual do Ambiente, a empresa - que fica em em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense - foi autuada em 2012 por crime de poluição. Na ocasião, cerca de 500 mil litros de combustível foram apreendidos, dois caminhões foram lacrados e uma pessoa presa. De acordo com o coronel, o álcool anidro era utilizado para adulterar combustível.

— Isso é um absurdo. Qualquer morador que tenha alguma denúncia sobre casos como esse podem denunciar. Eu me comprometo a fiscalizar em 24 horas. O que eu posso garantir é que essas bombas-relógio vão ser desmontadas. É inadmissível uma empresa desse porte em uma área residencial — disse o prefeito de Duque de Caixas, Alexandre Cardoso, que afirmou ainda que montou um gabinete de crise para lidar com a situação.

Em entrevista à Globonews TV, o o secretário estadual do Ambiente Carlos Minc, afirmou que a Petrogold funcionava através de liminares obtidas na Justiça e de uma licença municipal. O secretário esclarece que uma empresa desse porte só pode operar com licença do estado. A Petrogold tinha uma licença estadual antiga e que não foi renovada pelo Inea. No entanto, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que é regular a situação da empresa Petrogold. Segundo a agência, a transportadora está legalizada, com documentação em dia e em ordem, e várias ações de fiscalização foram realizadas no local. O histórico de multas, eventualmente aplicadas aos donos da Petrogold, está sendo rastreado pela ANP.

extra.com

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Menina é vítima de estupro na Praia do Leblon, na Zona Sul do Rio

Garota estava acompanhada de amiga no momento do crime.
Segundo o delegado, suspeito do crime deve ser preso nesta quinta.

Cristiane Cardoso e Luís Bulcão Do G1 Rio

Praça onde a menina diz ter sido estuprada fica no fim da praia do Leblon (Foto: Luís Bulcão / G1)Praça onde a menina diz ter sido estuprada fica no fim da praia do Leblon (Foto: Luís Bulcão / G1)

Uma menina de 14 anos foi vítima de estupro na Praia do Leblon, na Zona Sul do Rio, no dia 17. O crime ocorreu no final da praia, quase na Avenida Niemeyer, via expressa que liga o bairro a São Conrado, na mesma região.

De acordo com a polícia, a vítima estava acompanhada de uma amiga na hora do crime. Na manhã desta quinta-feira (25), o delegado Rodolfo Waldeck Penco Monteiro, titular da 14ª DP (Leblon), disse ao G1 que as duas tinham ido fazer um trabalho da escola e voltavam para casa, no Morro do Vidigal, entre 17h e 18h, quando foram abordadas pelo criminoso.

Enquanto a menina de 14 anos era abusada, a amiga recebia ameaças para não reagir. O delegado acredita que a outra estudante não tenha sido atacada pelo criminoso por aparentar ter menos idade. "Ela era muito magrinha, muito pequenininha. A outra (a vítima do abuso) que tinha mais corpo. Ela foi ameaçada enquanto a amiga sofreu o abuso".
Depoimento
De acordo com o depoimento das jovens, elas estavam caminhando na praia por volta das 17h quando o criminoso as abordou. Ele as ameaçou com uma faca, dizendo que iria matá-las se não fizessem tudo o que ele mandasse.

O homem ordenou então que uma das jovens tirasse a roupa de baixo. Após cometer o estupro, o criminoso mandou que as vítimas permanecessem no local fingindo que nada tivesse acontecido e fugiu. Ainda segundo os depoimentos, quando o criminoso se afastou, as jovens pediram ajuda a uma senhora que passava no local e conseguiram telefonar para a mãe da vítima. Elas delataram o caso na 14ª DP (Leblon) no dia seguinte ao ocorrido. Após o depoimento, a jovem violentada foi encaminhada para exame de corpo de delito e para atendimento médico e psicológico.

As vítimas conseguiram identificar o criminoso através de um sistema da Polícia Civil do Rio de Janeiro que utiliza bancos de dados com imagens de pessoas com antecedentes criminais. Elas conseguiram apontar a imagem do agressor após serem apresentadas às fotos selecionadas que correspondiam às características descritas por elas. Para não atrapalhar as investigações, a polícia não divulgou a identidade do suspeito.  A expectativa dos policiais é prender preventivamente o criminoso ainda nesta quinta-feira (25).

Criminoso identificado

Familiares e testemunhas já foram ouvidos e o suspeito do crime foi identificado. De acordo com o delegado, o suspeito, que tem antecedentes criminais por roubo e porte de arma, mas não tem outras passagens por estupro, deve ser preso nesta quinta.

Ainda de acordo com o delegado, a adolescente foi encaminhada para tratamento psicológico. "Ele não conseguiu romper o hímen, mas que aconteceu o estupro, aconteceu", afirmou Waldeck, ressaltando que isso é importante por se tratar de uma menina.

Rodolfo Waldeck informou também que não há outros casos de estupro com essas características registrados na delegacia do Leblon, bairro de classe média alta do Rio. A região onde a menina foi atacada é uma área de grande movimentação em torno do horário do abuso.

Outro caso

No sábado (20), uma jovem foi vítima de abuso sexual dentro de uma clínica de estética em Bonsucesso, na Zona Norte. De acordo com o delegado Niandro Lima, da 21ª DP, o criminoso estava armado quando entrou no estabelecimento, rendeu as funcionárias e as prendeu na cozinha da clínica. Ainda segundo Lima, após estuprar uma das recepcionistas, ele fugiu com R$ 400 do caixa.

De acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), em fevereiro desse ano foram registrados 497 casos de estupro no Rio de Janeiro.

G1 - Rio de Janeiro

Thor diz em depoimento que deu R$ 300 mil à família de vítima de atropelamento

Paolla Serra

Em depoimento na tarde desta quinta-feira, Thor Batista foi indagado pela promotora Patrícia de Oliveira Souza sobre os detalhes da ajuda que teria dado à família de Wanderson Pereira dos Santos, atropelado por ele na Rodovia Washington Luís, em Xerém, Duque de Caxais, em março de 2012.

Thor e Luma chegam para a audiência Thor e Luma chegam para a audiência Foto: Roberto Moreyra / Extra

O filho do milionário Eike Batista assumiu que seus advogados deram R$ 300 mil a Maria Vicentina, mãe de criação da vítima, que não era casado nem tinha filho. Thor diz que pode comprovar a doação por documentos, que foram anexados aos autos no final do interrogatório. Ele responde por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

Cercado por seguranças, e ao lado do advogado e da mãe Luma de Oliveira, Thor Batista chega ao FórumCercado por seguranças, e ao lado do advogado e da mãe Luma de Oliveira, Thor Batista chega ao Fórum Foto: Roberto Moreyra

Mais cedo, o jovem de 21 anos definiu assim o acidente que matou o ciclista Wanderson, no dia 17 de março de 2012: “Não tive tempo de desviar. O acidente foi inevitável”. Thor foi ouvido na 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. Ele falou durante 41 minutos e, muitas vezes, foi interrompido pela juíza Daniela Barbosa Assunção de Souza e pela promotora.

Thor contou que, na noite do acidente, havia saído de um restaurante em Itaipava, na Região Serrana, com um amigo, por volta das 19h. Segundo ele, de repente um homem cruzou a pista.

- Eu estava a mais ou menos 100 km/h na reta. E por volta de 70 km/h na Serra, pois as curvas lá são muito acentuadas - disse o jovem.

Thor Batista chegou ao Fórum pouco antes de 13hThor Batista chegou ao Fórum pouco antes de 13h Foto: Roberto Moreyra

A maior dúvida da promotora foi justamente em relação à velocidade em que Thor afirma que trafegava. Em depoimento à Polícia Civil na noite do acidente, os seguranças dele contaram que estavam distantes do carro do jovem porque ele seguia numa velocidade mais alta. Os seguranças alegaram na época que seguiam a 70 km/h.

Já durante o interrogatório Thor contou que a distância entre seu carro e os da escolta era porque os seguranças haviam deixado o restaurante um pouco depois dele. Segundo o jovem, isso é uma prática em viagens. O filho de Eike alegou que se sente muito vigiado na cidade e, quando está fora, tenta ficar um pouco mais "livre".

Os seguranças aguardaram enquanto Thor Batista prestava depoimentoOs seguranças aguardaram enquanto Thor Batista prestava depoimento Foto: Roberto Moreyra

Thor permaneceu calmo durante todo o tempo. Ele estava acompanhado de três advogados e da mãe, Luma de Oliveira, pouco antes de 13h. Durante o interrogatório, ele falou ainda sobre os 51 pontos que tinha na carteira na época do acidente. Segundo Thor, as infrações haviam sido cometidas por motoristas ou haviam sido registradas antes de a documentação do veículo passar para o seu nome.

A partir desta quinta-feira, o processo entra na fase de alegações finais. O prazo para a defesa e o Ministério Público se manifestarem é de cinco dias. A sentença deve sair ainda este semestre.

Thor deixa o carro

Thor deixa o carro Foto: Roberto Moreyra

Novo laudo

No início deste mês, o caso envolvendo Thor Batista teve uma reviravolta. Na época, foi divulgado um novo laudo produzido pela Polícia Civil garantindo que o filho de Eike estaria entre 100 e 115 quilômetros por hora quando atropelou e matou o ciclista. Thor responde por homicídio culposo (sem intenção de matar).

O laudo anterior, que foi retirado do processo, atestava que o empresário dirigia a pelo menos 135 quilômetros por hora na ocasião. De acordo com o novo documento - pedido pelo Ministério Público e concedido pela Justiça - o filho do milionário Eike, segundo os dois métodos de cálculos admitem uma variação de velocidade, para mais e para menos, de 12 quilômetros por hora. Sendo assim, Thor estaria de 88 até 127 quilômetros por hora no momento do acidente.

Extra Online

Viciado em crack causou acidente com morte na Avenida Brasil, diz testemunha

Giulliane Viêgas

Um viciado em crack que saíra da cracolândia do Parque União, em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, e atravessou a Avenida Brasil no meio dos carros, causou o acidente que terminou com uma pessoa morta, na manhã desta quinta-feira. A informação é do motorista de uma Kombi envolvida na batida, ocorrida na pista central sentido Centro.

O corpo do pai de Pablo é retirado do localO corpo do pai de Pablo é retirado do local Foto: Giulliane Viêgas / Extra

Segundo o vendedor Edson Pedrosa, de 42 anos, o viciado atravessou na frente de uma moto. Para evitar atingi-lo, o piloto desviou e bateu na traseira da Kombi de Edson. Com o impacto da batida, o garupa da moto caiu e foi atropelado por um caminhão-tanque que seguia logo atrás. Cláudio Pereira Moreira, de 52 anos, morreu no local.

                    Edson dirigia a Kombi e ficou emocionado ao ver o filho abraçado ao corpo do pai

Edson dirigia a Kombi e ficou emocionado ao ver o filho abraçado ao corpo do pai Foto: Giulliane Viêgas / Extra

De acordo com informações da Polícia Militar, o piloto da moto era filho do homem que estava na garupa. Pablo de Oliveira Moreira ficou em estado de choque após o acidente.

- A gente vê essas coisas acontecerem e não acha que vai acontecer com a gente - disse ele, antes de seguir para a 21ª DP (Bonsucesso), onde o caso será registrado.

                  A carteira de habilitação de Cláudio Pereira

A carteira de habilitação de Cláudio Pereira Foto: Giulliane Viêgas / Extra

Edson ficou emocionado ao lembrar de Pablo abraçado ao corpo do pai:

- Quando eu olhei, o filho já estava lá, ao lado dele.

                 Pablo chora sentado em frente à 21ª DP

Pablo chora sentado em frente à 21ª DP Foto: Giulliane Viêgas / Extra

O mototaxista Fernando Oliveira, de 25 anos, também testemunhou a cena.

- Ele abraçava o pai, chorando muito, e falava: “Eu que chamei meu pai para vir. Ele não queria sair de casa” - contou o jovem.

Extra Online

terça-feira, 23 de abril de 2013

Homem perde controle de carro e morre após despencar de viaduto na baixada

Um aspirante da Polícia Militar morreu após perder o controle do carro, um Prisma preto, e despencar do viaduto de Comendador Soares, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, na manhã desta terça-feira (23).

carroviaduto       Carro despencou e bateu de frente no asfalto

O trajeto formado pelas marcas dos pneus do veículo mostra que ele subiu um canteiro na rodovia Presidente Dutra, atravessou uma extensa área de grama e ainda se chocou contra a grade de proteção antes de despencar.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e resgatou o homem, de 31 anos, com vida. Ele foi levado de helicóptero para o hospital Miguel Couto, na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Pastor morto em tiroteio na Avenida Brasil é velado em Mesquita

Extra

O pastor Edvaldo Dias Pereira, de 58 anos, morto ao ser atingido na cabeça durante tiroteio entre policiais militares e bandidos, em Honório Gurgel, será enterrado nesta terça-feira, às 16h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Edvaldo era pastor da Assembleia de Deus Edvaldo era pastor da Assembleia de Deus Foto: Luiz Ackermann / Agência O Globo

O corpo dele está sendo velado na capela B. Edvaldo, pastor da Assembleia de Deus, era irmão do pastor Everaldo Pereira, presidente do PSC e tio do deputado federal Felipe Pereira (PSC-RJ). Ele foi baleado quando ia, de carro, para o tempo da Assembleia de Deus, que fica a 200m do local. O sargento da PM Cristiano Calheiros Borges e um bandido também morreram no tiroteio.

Já Emilly Vitória Ramiro, de 9 anos, passou a noite internada no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte. Ela foi baleada nas costas e operada na tarde de ontem para retirada de uma parte do baço, segundo médicos do hospital. Seu estado é estável.

Carro do pastor foi atingido por um único tiroCarro do pastor foi atingido por um único tiro Foto: Luiz Ackermann / Agência O Globo

Extra Online

Polícia apreende armas que seriam de chefe de tráfico em padaria de Costa Barros

Extra

Policiais civis da 39ª DP (Pavuna), com o apoio de PMs do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 41º BPM (Irajá), apreenderam armas em uma padaria em Costa Barros, na Zona Norte da cidade.

As armas e munição apreendidas pela polícia As armas e munição apreendidas pela polícia Foto: Divulgação

Os agentes receberam uma denúncia de que armas e munição seriam do traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, e estariam escondidas numa padaria no conjunto Bin Laden, na favela da Pedreira. O local e os morros da Quitanda e Largatixa estão ocupados desde o último domingo.

O dono do estabelecimento, Reginaldo Mariano Gouveia, foi preso em flagrante.

Extra Online