domingo, 25 de novembro de 2012

Danone terá que indenizar criança que engasgou com plástico em iogurte

A Justiça de São Paulo condenou na sexta-feira (23) a empresa Danone a pagar indenização a uma criança que engasgou ao engolir um pedaço de plástico dentro de um iogurte.

De acordo com a mãe da criança, após o almoço, ela ofereceu um iogurte de frutas para sua filha, que, ao ingeri-lo, engasgou com um pedaço de plástico que estava dentro do produto. Em sua decisão, o desembargador José Luiz Mônaco da Silva, da 21ª Vara Cível do Estado, condenou a empresa a pagar indenização de R$ 5 mil por danos morais.

A empresa argumentou que a mãe não provou que o pedaço de plástico estava no interior da embalagem e que seus produtos são fabricados sob rígidos controles de qualidade e segurança.

Além disso, a empresa apelou da decisão afirmando que, com o rompimento do lacre de segurança do produto, é humanamente impossível fazer prova de que o pedaço de plástico estava ou não no interior da embalagem. No entanto, o desembargador negou o pedido e manteve a sentença.

Em sua decisão, o desembargador José Luiz Mônaco da Silva, afirmou que "não há dúvida de que a empresa é cautelosa na fabricação de seus produtos, mas não há nenhum dado científico e inquestionável que descarte a possibilidade de que o pedaço de plástico estivesse de fato no interior da embalagem do iogurte. Também, não há nenhuma prova da culpa da criança ou de sua mãe quando manusearam o produto, sendo irrelevante investigar qual das duas abriu o pote, já que o relato seguro da testemunha aponta que a menina engasgou ao tomar o produto".

gazetadopovo.com.br

Quase metade dos paulistanos 'absolve' PM que participa de grupo de extermínio

Datafolha aponta que 43% dos paulistanos não acham que policial que participe de grupo de extermínio deva ser punido. 61% dos entrevistados se dizem inseguros

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (25) mostra que 43% dos paulistanos não acham que um policial que participasse de um grupo de extermínio deva ser punido. A pesquisa retrata o estado da população da capital após a onda de violência que começou em junho e se intensificou em outubro e novembro.

O levantamento, feito na última quinta-feira (22), ouviu 1.082 paulistanos. O percentual que defende a prisão desse policial é ligeiramente inferior em relação aos que defendem a impunidade - 40%. Para 11%, ele deveria ser expulso da polícia, mas não preso.

A pesquisa também mostra que o medo de andar à noite nas ruas de São Paulo mais do que dobrou em cerca de três meses. Na última quinta-feira, 61% diziam se sentir muito inseguros com caminhadas noturnas no bairro onde moram. Em agosto, o índice era de 26%. Em 2008, era de 20%.
Apenas 11% dos paulistanos afirmam se sentir muito seguros ao andar à noite. Em 2012 e 2008, esse índice era o dobro do atual (19% e 21%, respectivamente).

A pesquisa mostra também que notícias de toques de recolher já foram ouvidas por 44% dos paulistanos. Na Zona Norte, esse índice chega a 54%.<

A fonte da onda de violência são as facções criminosas ou bandidos, segundo 34% dos paulistanos.

Para 17%, trata-se de um acerto de contas entre criminosos e polícia. Só 5% consideram que uma facção criminosa dirige os ataques.

O percentual é idêntico ao dos que dizem que os homicídios decorrem de vingança de criminosos por causa da morte de membros de facção criminosa.

Para 18%, foi o governo que motivou os ataques por desleixo ou falta de controle. Os mesmos 18% põem a culpa na falta de estrutura policial, baixos salários ou ausência de um planejamento estratégico por parte da polícia.

A corrupção policial em geral é apontada como o principal motivo dos ataques para 18% dos paulistanos.

gazetadopovo.com.br

Bandidos roubam quase 300 armas de Fórum no Paraná

Grupo amarrou vigia e levou revólveres, pistolas e munição

Paraná -  Um grupo de bandidos roubou aproximadamente 300 armas armazenas no início da madrugada deste domingo, no Fórum de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná. De acordo com a polícia, o local foi invadido por entre quatro e seis suspeitos, que renderam o vigia e em seguida arrombaram salas até encontrar o depósito das armas.

O segurança  relatou à polícia que foi verificar de onde vinham os sons que ele estava escutando, e acabou rendido logo após a acender a luz. Ele foi amarrado e encapuzado. Ele ficou nesta situação até por volta de 5h, quando uma vizinha percebeu barulhos suspeitos e ligou para a polícia.

Segundo levantamento inicial da polícia, foram roubadas 291 armas, entre revólveres e pistolas. Os bandidos também levaram munição não contabilizada. Parte das armas aguardavam autorização judicial para destruição, e a outra parte serviriam como provas em processos ainda não julgados.

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Mulher morre após queda de estrutura de metal em feira na Marina da Glória

Mariana Samor - O Globo

RIO - Uma mulher morreu e três outras pessoas ficaram feridas com a queda de uma estrutura de alumínio montada para a feira Brasil Rural Contemporâneo, que acontecia na tarde deste sábado na Marina da Glória, Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio.

O acidente aconteceu por volta das 14h15m, em uma saída próxima à praça de alimentação, quando cerca de duas mil pessoas estavam no evento, realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. A organização da feira retirou todo o público e os expositores da feira. O caso está sendo investigado na 9ª DP (Catete).

Queda da estrutura de metal na feira causa confusãoQueda da estrutura de metal na feira causa confusão Foto: Foto do leitor Marcos Estrella

 

Os feridos foram encaminhados para o Hospital Souza Aguiar, no Centro. A mulher morta foi identificada como Adriana Ribeiro de Jesus Porto, de 64 anos. Com ferimentos leves, duas vítimas foram liberadas no fim da tarde de ontem. Laudemir Müller, secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário, órgão responsável pelo evento, esteve no hospital para prestar solidariedade. Ele atribuiu o acidente ao vento.

Testemunhas relataram que no momento do acidente havia fortes rajadas. Sogra de uma das vítimas, Suely Gonçalves Coelho contou que o portal metálico estava amarrado com apenas duas fitas amarelas. A empresa responsável pela montagem é a CS2 Eventos.

— Meu genro fraturou três costelas — conta Suely.

De acordo com o Climatempo, durante a tarde foram registradas rajadas de até 50 quilômetros por hora. Segundo os meteorologistas, os ventos são considerados moderados, e foram provocados devido à entrada de uma frente fria, que veio do Sul. Para a visitante Alícia Silvia, não houve atendimento rápido às vítimas.

— Não teve qualquer tipo de atendimento de socorro. Apagaram as luzes e mandaram evacuar os estandes. A organização do evento parecia estar mais preocupada em pedir para as pessoas não tirarem foto.

A presidente Dilma Rousseff enviou nota à imprensa em que afirmou ter recebido com tristeza a notícia do acidente ocorrido neste sábado e que “se solidariza com a família de Adriana e deseja aos demais acidentados o mais pronto restabelecimento”. Segundo a mensagem, a presidente foi informada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, que as providências “estão sendo tomadas para dar apoio às vítimas e a suas famílias”. Dilma determinou que seja feita rigorosa apuração das causas do acidente.

O Brasil Rural Contemporâneo é uma feira nacional da agricultura familiar que acontece pelo oitavo ano consecutivo na cidade, na Marina da Glória, Zona Sul do Rio. Iniciado na última quarta-feira, o evento, com 650 expositores, se propõe a misturar gastronomia, moda, artesanato e cultura. O Ministério do Desenvolvimento Agrário lamentou o acidente, em nota enviada à imprensa, em que informa que “a prioridade é prestar atendimento às vítimas e aos familiares”.

Segundo a pasta, o registro policial já foi feito e a perícia é aguardada para identificar as causas da queda da estrutura. A organização suspendeu a programação, que estava prevista para durar até amanhã, “em respeito às vítimas e seus familiares” e por “falta de tempo hábil para verificar com cautela todas as estruturas do local e garantir a segurança dos expositores e visitantes”. Após o acidente, cerca de 80 pessoas formaram uma fila a devolução do valor do ingresso. A organização diz que as pessoas que possuem ingressos magnéticos para feira ou para o show devem procurar a bilheteria neste domingo, entre 10h e 22h, para solicitar o ressarcimento.

extra.globo.com

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Mudança de rumo na guerra de São Paulo

Delegado insinua que PMs premeditam crimes e secretário fala em direitos humanos

Rio -  No dia em que Fernando Grella assumiu a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, o destaque ficou pela forte declaração do delegado-geral Marcos Carneiro de Lima, que insinuou a participação de policiais nas chacinas que estão ocorrendo na Grande São Paulo. O delegado revelou que algumas das pessoas assassinadas — só ontem, foram mais oito — tiveram seus nomes investigados no sistema de informações da polícia antes dos crimes.

“Algumas das vítimas tiveram, sim, seus antecedentes consultados momentos antes de serem mortas. O que posso dizer é que há indícios de extermínio. Sobre o grupo ainda estamos investigando”, afirmou o delegado, que com a posse do novo secretário colocou ocargo à disposição.

Fernando Grella discursa na posse: ‘respeito aos direitos humanos e combate ao crime não são excludentes’ | Foto: José Luis da Conceição

Fernando Grella discursa na posse: ‘respeito aos direitos humanos e combate ao crime não são excludentes’ | Foto: José Luis da Conceição

Durante o discurso de posse, Fernando Grella deu sinais de como será a sua gestão frente à pasta, apostando numa guinada na política de segurança. “É preciso desfazer a noção equivocada de que o combate firme ao crime e o respeito aos direitos humanos são excludentes”, disse.

A afirmação foi vista com bons olhos pelo coordenador-geral do Movimento Nacional dos Direitos Humanos, Rildo Marques, que espera uma mudança de postura do governo estadual na luta contra o crime. “Achamos esta declaração positiva. Você não pode combater violência com mais violência”, falou.

Rota deve perder espaço e prestígio

Outro objetivo do secretário de Segurança Pública do de São Paulo, Fernando Grella Vieira, será promover a integração entre as duas instituições responsáveis pela segurança no Estado. O seu antecessor, Antonio Ferreira Pinto, foi criticado por limitar a atuação da Polícia Civil e dar mais poder à Rota, vinculada à Polícia Militar.

Uma das primeiras medidas de Fernando Grella deverá ser mudar o comando da PM e da Polícia Civil, que hoje são administradas por Roberval França e Marcos Carneiro Lima, respectivamente.

Quem está otimista com o novo secretário é o integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Guaracy Mingardi, que fez uma projeção de como deverá ser a gestão. “Eu não acredito em grandes mudanças, mas o atual secretário tem o perfil de agregar forças enquanto o antigo trabalhava com a Rota, que tem menos de mil homens. Quanto ao resto vai depender de quem será nomeado para a função de comandante da Polícia Militar e delegado-geral”, afirmou o cientista político. 

odia.ig.com.br

Mãe de 18 anos é presa no Piauí por cortar filho recém-nascido ao meio

Piauí -  Uma jovem de 18 anos foi presa na manhã desta quinta-feira por suspeita de ter matado o próprio filho recém-nascido, em Esperantina, a 180 km de Teresina. Ela teriacortado o bebê ao meio com uma faca.

A polícia encontrou uma das partes da criança nos fundos de uma capela do bairro Morro da Onça, local vizinho à residência dos pais da mulher. Os policiais contaram que a estudante confessou o crime, que o teria feito logo após o parto.

No depoimento, ela contou que jogou as partes do bebê pelo muro da casa. Os policiais encontraram uma das partes porque havia urubus no local.

A jovem será encaminhada para Teresina, onde será verificada a possibilidade de ter ocorrido uma depressão pós-parto. Caso seja comprovado o trauma, ela será indiciada por infanticídio, cuja pena é de 2 a 6 anos de prisão. Não comprovado o transtorno, a mãe responde por homicídio, com pena superior a 20 anos de prisão.

Promotor mostra pedaços de álbum de fotos de Eliza e Bruninho encontrado queimado

Por
ADRIANA CRUZ
ALINE FREIRE
VANIA CUNHA

Contagem (Minas Gerais) -  O promotor Henry Wagner Vasconcelos mostrou aos jurados, durante debate desta sexta-feira, quinto e último dia de julgamento, pedaços do álbum de fotografias de Eliza Samudio e o filho que foi queimado pelos acusados e encontrado por um jornalista mineiro nas intermediações do sítio do goleiro Bruno. "Esse álbum tem fotos de um bebê. De um bebezinho do sexo masculino", disse o promotor, acrescentando que as mesmas imagens foram encontradas dentro do computador da vítima. O álbum foi conferido de perto pelo júri.

Para o advogado de Macarrão, Leonardo Diniz, houve falhas por parte da polícia de Minas Gerais no trabalho de isolamento no sítio de Bruno após o crime. "Se não foi isolado, qualquer um pode ter plantados essas provas naquele local", afirmou Diniz, sobre o álbum de fotos de Eliza e Bruninho.

Henry Wagner se baseou, em sua réplica, no depoimento do primo de Bruno Jorge, menor na época do crime, e leu o texto no plenário: "Neném (outro apelido de Bola) apertou o pescoço dela até agonizar e morrer. Depois, pediu para sairmos", disse o promotor, que ainda reafirmou que Macarrão presenciou todos os momentos de agonia da vítima. Em seu depoimento, o amigo do ex-jogador do Flamengo afirmou que apenas levou a vítima a um carro, o qual a levaria para a morte.

Promotor Henry Vasconcelos no quinto e decisivo dia de julgamento de Macarrão | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Promotor Henry Vasconcelos no quinto e decisivo dia de julgamento de Macarrão | Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Em seu discurso, o promotor Henry reafirmou que quem amarrou Eliza Samudio foi o Macarrão, ajudando Bola, que a enforcou. Henry relata que Macarrão e o ex-policial se falaram por telefone antes e depois do crime. "Em apenas um dia são 10 ligações de Luiz Henrique para o Bola. No dia seguinte, é ao contrário. É Marcos Aparecido dos Santos quem liga para Macarrão", disse.

Henry Wagner pediu, ao final da explanação, a condenação de ambos os réus, Macarrão e Fernanda Gomes de Castro, por todos os crimes a que foram denunciados. "Senhores, a absolvição de Fernanda é uma injustiça pedida pela defesa dela', retruca Henry. "Fernanda, uma mulher que se relacionava com Bruno há meses, sabia que ele tinha uma ex-mulher e uma noiva chamada Ingrid".  "Cuidado com o canto da sereia", desafiou o promotor, chamando Fernanda de "peguete" de Bruno.

Fernanda, aliás, não acompanhou as declarações do promotor. Apenas Macarrão ficou sentado no banco dos réus. A ex-namorada do goleiro Bruno foi poupada das palavras duras de Henry pelos seus advogados. Durante a explanação do promotor, um oficial de Justiça entregou um copo de água para a mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima Moura, pois ela chorava muito.

Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia

Ameaças a Sérgio na cadeia

Durante o debate desta sexta-feira, o promotor Henry Wagner Vasconcelos deixou claro para os jurados que o primo de Bruno Sérgio Rosa Sales estava sendo ameaçado dentro da prisão. "Ele recebeu a visita de advogados inescrupulosos no presídio, enviados pelos outros réus. Ao sair da cadeia, Sergio assinou sua sentença de morte e foi assassinado". Sérgio foi encontrado morto logo após deixar a prisão. A polícia concluiu o caso como crime passional.

A advogada de Fernanda Gomes de Castro, Carla Silene, expôs sua defesa por volta de 16h20 desta sexta-feira. Durante a explanação, Silene questionou as provas de cárcere privado e disse ser uma "injustiça" a condenação da ré. "Temos que impedir que outra mãe, dona Solange (mãe de Fernanda), sofra com uma condenação injusta e que talvez fosse a próxima vítima".

A advogada ainda citou a autora Glória Perez e o discurso de posse no STF do ministro Joaquim Barbosa. "Nem Gloria Perez para construir um roteiro para uma namorada de poucos meses se associa a uma ex-mulher para deixar o caminho livre para a noiva. Nem Gloria Perez. Esse enredo ninguém aceita", disse.

'Sequestro como esse eu também queria'

O advogado de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, Leonardo Diniz, usou sua tréplica nesta sexta-feria para reforçar o pedido de não condenar o cliente pelos crimes de homicídioqualificado, cárcere privado e sequestro. Após a confissão do amigo de Bruno na madrugada da última quinta-feira, a defesa mudou de estratégia e agora tenta a condenação apenas pelo crime de homicídio simples.

Diniz lembrou o depoimento de Macarrão, que falou que Eliza foi para Minas Gerais por vontade própria e, por isso, Macarrão não poderia ser condenado por sequestro. "Sequestro como esse eu também queria", disse. O advogado também nega que a vítima tenha ficado em cárcare privado já que os depoimentos do caseiro mostram que haviam outras pessoas no local.

Durante sua réplica, o promotor Henry Wagner Vasconcelos usou como base o depoimento de Jorge, primo de Bruno, que coloca Macarrão no local do crime. "Não precisa ir muito longe para ver quanta bobagem tem no depoimento de Jorge. Ele falou que viu Eliza com a cabeça toda quebrada. Uma pessoa com o crânio quebrado não teria condições de pegar estrada, teria que ir para o hospital", criticou o advogado do amigo de Bruno.

Leonardo Diniz rebateu as declarações de Rui Pimenta, ex-advogado de Bruno, sobre um possível caso homossexual entre o goleiro e Macarrão. "Essa informação é um absurdo. Luiz Henrique e Bruno teriam um caso e Macarrão teria matado Eliza por ciúmes", disse, acrescentando que estão movendo uma ação judicial contra o advogado no valor de R$ 1 milhão.

Sobre o álbum de fotos queimado de Eliza Samudio e Bruninho, Leonardo Diniz criticou o trabalho de isolamento no sítio, logo após o crime, por parte da polícia de Minas Gerais. "Se não foi isolado, qualquer um poderia ter plantados essas provas naquele local", afirmou.

odia.ig.com.br