quarta-feira, 13 de julho de 2011

Magé: cabo eleitoral desacata fiscais do TRE-RJ

A campanha eleitoral em Magé das eleições suplementares de 31 de julho continua conturbada. A equipe de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral, do Rio de Janeiro, chamou a polícia, no último sábado, para combater propaganda irregular. A ação acabou com a prisão de um suspeito que agrediu os fiscais.

As irregularidades foram cometidas por um cabo eleitoral do candidato Nestor de Moraes Vidal Neto, que concorre à Prefeitura pela Coligação "Magé no rumo certo", formada pelo PMDB, PSDB, PSL e PSC.

O coordenador de fiscalização em Magé, Wagner Leandro Rabello Júnior,explicou que a operação teve início com a abordagem pelos fiscais, na Avenida Automóvel Clube, km 61, Fragoso, de um trio elétrico que circulava com o som em alto volume, divulgando a candidatura de Nestor Vidal.

O motorista foi avisado de que o caminhão seria apreendido, e um dos fiscais ocupou o lugar do carona para indicar o local para onde o veículo deveria ser conduzido. Foi quando apareceu uma terceira pessoa, arrancando o fiscal do caminhão à força e partindo com o veículo a toda velocidade. O fiscal agredido, Ricardo Justino de Souza chegou a perder o equilíbrio e caiu no asfalto.

Os demais fiscais que acompanhavam a operação em uma viatura acionaram a Polícia Militar e após cerca de cinco quilômetros de perseguição, conseguiram deter o caminhão na Avenida Roberto Silveira, em Piabetá. Carlos José Correa Paulo, que estava ao volante na fuga e não tinha carteira de habilitação, foi levado à 66ª Delegacia de Polícia Civil, onde foi registrada a ocorrência.

Ele foi autuado no Art. 347 do Código Eleitoral, que estabelece a pena de detenção de três meses a um ano e pagamento de 10 a 20 dias-multa, para quem "recusar cumprimento ou obediência a diligências, ordens ou instruções da Justiça Eleitoral", e no § 10 do artigo 39 da Lei das Eleições, que proíbe a utilização de trio elétrico em campanha eleitoral, exceto para sonorização de comícios. Segundo Wagner, o candidato Nestor Vidal já foi notificado anteriormente por ter cometido a mesma irregularidade.

Blog Justiça e Cidadania - O Dia Online

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Maradona sofre acidente de carro e é hospitalizado

Buenos Aires (Argentina)

O ex-jogador e ex-técnico da seleção argentina, Diego Armando Maradona, se envolveu em um acidente automobilistico no início da noite desta segunda-feira, em Ezeiza, região da Grande Buenos Aires, na Argentina. As informações são do canal C5N.

O carro de Maradona teria se chocado com um ônibus no bairro de Trebol. O ex-jogador estava acompanhado de sua mulher, e informações indicam que sofreram lesões leves. Maradona teria machucado o joelho e foi encaminhado a um hospital. Ambos passam bem.

O DIA ONLINE

Operação do Detro apreende 86 ônibus na Baixada Fluminense

Principais irregularidades encontradas foram má conservação, documentação irregular, falta de vistoria

Rio - O Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) realizou nesta segunda-feira a operação “Tempestade no Deserto”, nos terminais da Baixada Fluminense. O resultado dessa ação concentrada foi o recolhimento de 86 ônibus. Os fiscais ainda aplicaram um total de 119 infrações.

Os fiscais do Detro estiveram nos terminais de Nilópolis, São João de Meriti, Itaguaí, Nova Iguaçu e Duque de Caxias. As irregularidades foram diversas como má conservação (limpadores de para-brisa defeituosos, iluminação inoperante, pneus lisos, tacógrafo inoperante, rampa para portadores de deficiência inoperante, bancos soltos, entre outras), alteração de características (instalação de roletas em ônibus rodoviário, retirada do banco do trocador e instalação de bancos acima da quantidade permitida), documentação irregular, falta de vistoria do Detro, assim como descumprimento de portaria do Detro quanto a adesivos.

A Expresso Mangaratiba teve o maior número de carros recolhidos, num total de dez, seguida da Cruzeiro do Sul com nove, da Rio Minho com oito e da Vera Cruz com sete veículos. A Flores e a Trel tiveram seis coletivos apreendidos cada.

As equipes ainda retiraram de circulação ônibus das seguintes empresas: a União (quatro), a Santo Antônio (quatro), N.Sra. da Penha (três), Santa Teresinha (três), a Ponte Coberta (três), Evanil (três), a Transmil (dois), Nilopolitana (dois), São Francisco (dois), Jurema (dois), São José (dois), Costeira (dois), Machado (dois), Master (um), Beira-Mar (um), Normandy (um), Costa Verde (um), Jurema (um), Fabios (um), Auto Viação 1001 (um) e Única (um).

Mais dois ônibus da Viação 1001 apreendidos

A fiscalização ainda encaminhou ao depósito público dois veículos da Viação 1001, flagrados pela ação “Boi Fujão”. Os coletivos foram flagrados pelo sistema de GPS do órgão rodando sem autorização na rodoviária Novo Rio.

O DIA ONLINE

'Tenho deputados e esportistas como clientes', diz policial preso por gravações ilegais

Rio - Preso por agentes da Corregedoria Interna da Polícia Civil, nesta segunda-feira, em Copacabana, Zona Sul do Rio, por envolvimento em um esquema de escutas telefônicas ilegais, o policial civil José Maurício Bellini de Andrade, 39 anos, admitiu que tem muitos clientes e que 'pessoas importantes' como deputados e esportistas fariam parte de sua lista.

"Tenho muitos clientes, muita gente importante. Empresários, gente normal, esportistas, políticos, todos os que têm problemas com adultério", afirmou.

Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

O policial civil momentos após ser preso | Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

O policial civil nega trabalhar de forma ilegal e diz que é inocente. " Eu sou inocente e estou sendo preso injustamente. Eu desenvolvo um trabalho de investigação particular, em paralelo à polícia nas horas vagas e não sei o motivo de estar sendo envolvido nisso", disse José Maurício na delegacia", disse José Maurício.

Mesmo alegando que é vítima de injustiça, José Maurício admitiu fazer escutas telefônicas. "Fazemos gravações telefônicas da seguinte maneira: se você tem sua casa e o telefone está no seu nome, você diz que quer monitorar o que seu filho fala no telefone ou o que a empregada fala que eu instalo um aparelho diretamente no computador da pessoa. Agora fazer desvios para terceiros, isso não", completou.

A mesma operação prendeu outros três homens, ainda não identificados, que faziam parte da quadrilha e ofereciam os serviços de detetive nos sites www.gecidetetives.com.br e www.jmbinvestigacao.com.br. A empresa era contratada por cônjuges que suspeitavam de traição e companhias que pretendiam descobrir segredos da concorrência.

José Maurício foi localizado após três meses de investigação como parte da Operação Marimba. No apartamento dele foram apreendidos CDs, DVDs, um computador, documentos e R$ 8 mil, além de duas motocicletas - uma Suzuki V-Strom DL650 0 Km e uma Suzuki Burgman i, ambas sem placa.

De acordo com os policiais, José Maurício é policial civil há 14 anos e era lotado na 13ª DP. Sua agência de detetives ficava na Avenida Nossa Senhora de Copacabana e operava há cerca de 5 anos. De acordo com as investigações, o criminoso contratava um técnico de telefonia que agia com carro da Oi e era o responsável pelos grampos. O preço pago pelos clientes era de R$ 2 mil por 15 dias de escutas telefônicas. 

Grande quantidade de material foi apreendida | Foto: Severino Silva / Agência O Dia

No momento da prisão, José Maurício tentou se livrar de algumas provas que o incriminariam jogando quatro telefones celulares pela janela. Os aparelhos caíram no em um prédio em frente e puderam ser apreendidos. Todos os presos e o material recolhido foram levados para a sede da Corregedoria.

O DIA ONLINE

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pai do menino Juan aguarda liberação do corpo do filho no IML

Paolla Serra

O pai do menino Juan, Alexandre da Silva Neves, continua aguardando a liberação do corpo no IML, na Leopoldina. Ele recebeu a notícia da confirmação da morte do filho pela imprensa, por telefone, quando estava almoçando.

Alexandre da Silva Neves, pai do menino Juan, está no IML: ele havia confeccionado fotos do menino para distribuir pela cidade. Foto: Aline Custódio

- Quando me ligaram vim direto ao IML confirmar, fiquei desesperado. Quando bati de frente com a história da menina, já achei que era meu filho. Pai sabe dessas coisas né? - disse.

Juan desapareceu no dia 20 de junho, após um tiroteio entre policiais e traficantes na favela Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No dia 30, um corpo foi encontrado em um lago em Belford Roxo, mas a polícia divulgou que a vítima era uma menina. Hoje, a chefe de Polícia Civil, Martha Rocha,anunciou que o corpo era de Juan.

Casos de Polícia - Extra Online

sábado, 2 de julho de 2011

Morre o senador e ex-presidente Itamar Franco, aos 81 anos

RIO, SÃO PAULO, BELO HORIZONTE e BRASÍLIA

O senador e ex-presidente Itamar Franco (PPS-MG) morreu às 10h15m deste sábado, aos 81 anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele estava internado desde o dia 21 de maio, com leucemia. Na última semana, seu estado de saúde piorou - com o diagnóstico de pneumonia grave - e ele foi transferido para a UTI.

Desde ontem, respirava por aparelhos e, na madrugada de hoje, sofreu um AVC e entrou em coma. As duas filhas do ex-presidente, Georgiana e Fabiana, estavam no hospital no momento da morte.

Itamar Franco Foto: Arquivo

Itamar: o único mineiro nascido em alto-mar. Foto: André Coelho

O corpo de Itamar será transferido na manhã de domingo para Juiz de Fora, para ser velado na Câmara Municipal. Seguirá depois para Belo Horizonte, onde haverá mais um velório, no Palácio da Liberdade, na segunda-feira. Por desejo do senador, o corpo será cremado em Contagem.

A presidente Dilma decretou luto oficial de sete dias. A presidente ofereceu o Palácio do Planalto para o velório, mas a família preferiu realizar a cerimônia fúnebre em Minas Gerais. O governador mineiro, Antonio Anastasia, também decretou luto oficial de sete dias.

No lugar de Itamar no Senado, deve assumir o suplente José Perrella de Oliveira Costa (PDT-MG), conhecido como Zezé Perrella. Ele foi deputado federal pelo PFL (1999-2003) e estadual pelo PDT (2006-2011). Em 2002, ele concorreu a uma vaga no Senado por Minas Gerais, mas não se elegeu.

Itamar assumiu a Presidência da República em 1992, após o impeachment de Fernando Collor, de quem era vice-presidente. O governo dele teve episódios marcantes: o Plano Real, a volta do Fusca e o plebiscito que reafirmou a escolha do presidencialismo no Brasil.

Itamar mostra as novas cédulas do Real. Foto: Arquivo O Globo

Ao pôr em prática o Plano Real, o governo derrotou a hiperinflação, que chegava a 1.100% em 1992. O pacote foi gestado por quase um ano por um grupo de economistas e executado pelo sociólogo Fernando Henrique Cardoso, indicado por Itamar para o Ministério da Fazenda. O plano garantiu a normalização da atividade econômica e permitiu, nos anos seguintes, melhor distribuição de renda e a retomada do desenvolvimento econômico do Brasil. Essa conquista foi, até o fim da vida de Itamar, seu maior orgulho.

Para relançar o Fusca, Itamar aprovou, em 1993, a lei do carro popular. Quando o modelo voltou a ser produzido no Brasil, o país recebeu pedidos de exportação de diversos países, mas não conseguiu dar conta das encomendas. A produção do carro foi encerrada três anos depois.

Em 1999, quando era governador de Minas Gerais recém-empossado, Itamar declarou a moratória da dívida do estado com o governo federal durante 90 dias. A notícia abalou a credibilidade da economia brasileira no exterior. E puxou para baixo o índice Bovespa, que levou consigo as bolsas do México e da Argentina.

Itamar Augusto Cautiero Franco talvez seja o único mineiro que tenha nascido em alto-mar. Foi em junho de 1930, quando sua mãe viajava em um navio do Rio de Janeiro para Salvador e, por isso, foi obrigada a registrar o filho na capital baiana. No ano seguinte, o "erro" seria corrigido com o registro da certidão de batismo, que traz Juiz de Fora como cidade natal.

Na cidade mais importante da Zona da Mata mineira, Itamar viveu a infância e a juventude ao lado da maior parte da família. Era órfão de pai, que morreu antes de ele nacer. Descendente de italianos, a mãe, Itália Cautieiro, sustentava a família vendendo marmitas. Ela morreu em 1992, 20 dias antes da posse oficial do filho caçula como presidente da República do Brasil.

Itamar gostava de jogar basquete mas, no fim da adolescência, escolheu seguir a profissão do pai e formou-se em Engenharia Civil e Eletrotécnica na Universidade Federal de Juiz de Fora. No entanto, a militância estudantil no Diretório Acadêmico falou mais alto e acabou o levando para a política. Aos 28 anos, candidatou-se a vereador pelo PTB e perdeu as eleições. O mesmo ocorreu quatro anos depois, quando tentou ser vice-prefeito.

Itamar assume a Presidência em cerimônia no Congresso. Foto: Gustavo Miranda

Por ser amigo do governador mineiro Magalhães Pinto, sobreviveu ao golpe de 1964 e não foi cassado, ao contrário da maioria dos colegas do PTB. A primeira vitória chegaria em pouco tempo. Filiado ao MDB, foi escolhido prefeito de Juiz de Fora em 1966 e reeleito em 1972.

Como administrador da cidade, dividiu a experiência de poder com personalidades que, anos depois, escolheria para ocupar cargos importantes no Planalto: o professor Murilo Hingel (futuro ministro da Educação), Mauro Durante (futuro secretário-geral), Djalma Moraes (Comunicações), Alexis Stepanenko (Planejamento) e Henrique Hargreaves (Casa Civil). No governo federal, formariam juntos o núcleo da que ficou conhecida como República de Juiz de Fora, ou República do Pão de Queijo.

No governo, Itamar não se isolava na hora de decidir. Cercava-se de colaboradores e mantinha o hábito de consultar pessoas simples, do garçom à faxineira. Já era assim em 1974, quando exercia o segundo mandato como prefeito e decidiu renunciar para concorrer ao Senado pelo mesmo MDB. A decisão final só veio depois de ouvir a opinião do seu motorista.

- A vontade dele sempre prevalecia no final, apesar de ser um bom ouvinte e não ter vergonha de voltar atrás - lembra Henrique Hargreaves.

As chances de vitória na disputa pelo Senado eram remotas. O candidato natural do MDB era Tancredo Neves, mas o mineiro temia perder para o candidato da Arena e, por isso, lançou Itamar ao sacrifício. Na apuração, a surpresa: Itamar foi eleito por Minas e repetiu a dose em 1982, com o partido renomeado como PMDB.

Em 1986, perdeu o controle da legenda em Minas e tentou o governo do estado pelo PL, mas foi derrotado por Newton Cardoso, justamente o candidato do PMDB. Voltou para o Senado e encerrou o mandato com a participação na Assembleia Constituinte de 1987 no currículo.

Desde a época em que era prefeito, Itamar gostava de dizer que se considerava um político de esquerda, embora pouquíssimas vezes tenha composto com os partidos mais tradicionais deste campo. Foi mais eficiente que os colegas na hora de reforçar a imagem de político marcado pela seriedade e pela austeridade. Surpreendeu muitos correligionários quando aceitou ser vice na chapa de Fernando Collor (PRB) à Presidência, em 1989.

O temperamento intempestivo do mineiro e de Collor não deu muito certo. Desde a campanha, os dois se desentendiam com frequência e o clima não melhorou após a vitória nas urnas. Itamar achava que era perseguição Collor escolher justamente a Usiminas na primeira etapa do processo de privatização, ao qual se opunha. Quando contrariado, tremia até o topete - mantido desde a juventude e sem adição de produtos de beleza, garantem os mais próximos.

Um ano e meio depois da eleição, escândalos de corrupção envolvendo pessoas ligadas ao presidente começaram a manchar o mandato e, meses antes do impeachment de Collor, Itamar percebia que a situação era insustentável. Naquela época, reunia auxiliares para diagnosticar os principais problemas do país e traçar o que poderia vir a ser o seu governo. Com o afastamento definitivo de Collor, assumiu o cargo apoiado por um amplo leque partidário, num esforço claro para manutenção da ordem democrática recém-conquistada.

- Pode orgulhar-se a nação capaz de dominar as suas mais graves crises políticas na ordem da lei. Sábio é o povo que, na conquista e preservação de sua própria liberdade, expressa veemência no clamor das ruas e na serenidade de seus atos - discursou Itamar na TV, como presidente.

Apesar da amplitude de apoio ao seu governo, o núcleo duro era mesmo formado pelos amigos do tempo de Juiz de Fora, somados a poucos parceiros da época do Senado, como Maurício Corrêa, que viria a ser ministro da Justiça. Não havia outro jeito: Itamar conhecia pouca gente no Rio ou em São Paulo e não tinha canais com o mundo acadêmico, empresarial ou sindical. Até mesmo no mundo político, sua base era considerada precária. Ainda assim, Itamar foi hábil o suficiente para garantir a estabilidade política do país depois do maior escândalo político da vida nacional.

O núcleo estava sempre por perto e o aconselhava, mas não foi capaz de evitar um episódio constrangedor. Com o argumento de que o último presidente a participar do carnaval teria sido Hermes da Fonseca, em 1913, Itamar decidiu assistir ao desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro 1994. Protagonizou uma cena inesquecível ao lado da modelo cearense Lilian Ramos, de 27 anos, no camarote. Sem calcinha, a jovem - com quem Itamar sambou, cochichou ao pé do ouvido e trocou telefones - fez a alegria dos fotógrafos que cobriam o evento. As fotos, que correram o mundo, serviram para encerrar abruptamente o romance do então presidente.

Extra Online

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Nova eleição em Magé

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Luiz Zveiter, informou, agora há pouco, que a eleição do município de Magé vai ser realizada dia 31 de julho.

De acordo com o desembargador, a ministra Nancy Andrighi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), voltou atrás da decisão de suspender a eleição. "Com isso já agendamos nova data", afirmou Zveiter.

Na tarde de quinta-feira, em sessão realizada na Câmara de Vereadores de Magé foi o empossado o vereador Anderson Cozzolino, do PMDB, o Dinho, como prefeito do município. Em 31 de março, Núbia Cozzolino, então prefeita, renunciou ao mandato e o vice, Rozan Gomes, assumiu o cargo, mas pediu licença há sete meses.

O fato embasou a decisão da ministra Nancy Andrighi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que suspendeu as eleições suplementares, marcadas para 17 de julho.

Blog Justiça e Cidadania - O Dia Online