quarta-feira, 14 de julho de 2010

Traficante acusado de balear policial civil é preso na Favela Parque União

POR LÚCIO NATALÍCIO

Foto: Fábio Gonçalves / Agência O Dia

André Viana Cardoso, 25 anos, o Dedé | Foto: Fábio Gonçalves / Agência O Dia

Rio - Policiais do 22º BPM (Maré) prenderam o assaltante André Viana Cardoso, 25 anos, o Dedé, no Parque União, no Complexo da Maré, com uma pistola 9mm.

André Viana é acusado de ter baleado o policial civil e assessor do deputado Wagner Montes, Rogério Fontan Esteves, 46 anos, o Máscara, durante uma tentativa de assalto na Penha, Zona Norte, mês passado. Levado para a 21ª DP (Bonsucesso), Dedé disse que era inocente e só iria falar em juizo.

O delegado Pablo Sartori, da 21ª DP chamou na delegacia Rogério, que reconheceu Dedé  como o assaltante  e confirmou que o bandido o baleou na cabeça durante a tentativa de assalto  que acabou em tiroteio, no qual também participou um cumplice. O policial civil e assessor parlamentar está com a bala alojada na cabeça, mas não corre risco de vida. O carrro de sua mulher, um Celta, sofreu sete perfurações no tiroteio.

"Não sou bandido, tenho uma mercearia e uma van. Só vou falar na Justiça", disse Dedê que foi autuado pelo delegado Pablo por porte de arma, indiciado por tentativa de homicídio e roubo de carro, um Celta que ocupavam na ocasião do tiroteio.

O DIA ONLINE - RIO

Sobrinha de Ary Fontoura é encontrada morta no Paraná

Curitiba - A sobrinha do ator Ary Fontoura, a psicóloga e professora universitária Telma Fontoura, de 53 anos, foi encontrada morta no balneário de Shangri-lá, no Paraná. O corpo apresentava sinais de estrangulamento e estava enterrado na areia da praia.

Telma havia saído para um passeio de cinco quilômetros na praia, apenas com a roupa do corpo, sem levar sequer telefone celular, na tarde de domingo. Como demorava para retornar, a família deu queixa na delegacia no mesmo dia, mas o corpo fora achado somente na segunda-feira.

Foto: Reprodução da Internet

O corpo da professora apresentava marcas de estrangulamento | Foto: Reprodução

De acordo com a polícia, a professora vivia em Curitiba e passava férias na região, onde possui uma casa. Nesta terça-feira, familiares e alunos da professora se reuniram no velório, em Curitiba, onde a professora dava aulas.

De acordo com a assessoria de imprensa de Ary Fontoura, o ator ficou chocado com a notícia, que recebeu durante as gravações da série global ‘A Cura’. Ainda segundo a assessoria do artista, Ary tinha muito carinho por Telma e, apesar de viver na cidade do Rio de Janeiro há muitos anos, sempre fazia questão de visitar a sobrinha quando ia ao Paraná.

Nesta terça-feira, familiares e alunos da professora se reuniram no velório, em Curitiba, onde a professora dava aulas. A polícia ainda não tem pistas do assassino nem o que teria motivado o crime. O corpo foi encaminhado para peritos do Instituto Médico Legal de Paranaguá, que vão determinar a causa da morte e verificar se houve estupro. Os laudos ficam prontos em até 30 dias.

Segundo moradores da região, a praia costuma ficar deserta nos fins de tarde, no mesmo ponto do trajeto onde o corpo da professora foi encontrado, perto da mata.

O DIA ONLINE - BRASIL

‘Secretárias’ no lugar da juíza

Presença de magistrada era como fantasma nas audiências: funcionárias assumiam o papel dela em audiências em Guapimirim e Inhomirim, na Baixada Fluminense. Irregularidade pode levar à anulação de decisões judiciais

POR ADRIANA CRUZ

Rio - Sua excelência, a secretária! Era sob a batuta de duas funcionárias do Tribunal de Justiça que as audiências de instrução e julgamento aconteciam nos juizados especiais adjuntos Cível e Criminal de Guapimirim e Cível de Inhomirim, em Magé, Baixada Fluminense.

Conhecidas pelos advogados como as ‘secretárias’ da juíza Myriam Therezinha Simen Rangel Cury, elas comandavam as audiências sem a presença da magistrada. As decisões tomadas nessas sessões podem ser anuladas.

Foto: Reprodução

Após receber várias reclamações, dia 1º a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio apresentou queixa formal contra a juíza na Corregedoria-Geral da Justiça. Durante duas semanas de junho, O DIA filmou as audiências comandadas pelas funcionárias.

O corregedor-geral, desembargador Antônio José Azevedo Pinto, teve acesso às imagens e abriu investigações: “Já fizemos até inspeção nas comarcas”. Em Inhomirim, Myriam Therezinha foi substituída pela juíza Luciana Mocco, mas continua titular da vara única de Guapimirim.

Fotos: Reprodução

A Corregedoria da Justiça vai investigar administrativamente a atuação da juíza e das secretárias. Elas podem sofrer desde uma advertência até a demissão do cargo.

As imagens flagradas por O DIA mostram o trabalho das ‘secretárias’, a analista judiciária Andrea de Lima Guerra e a técnica de atividade judiciária Tarsilla Carla Calvo Chiti.

A marca registrada de cada rito processual era a cadeira da juíza vazia. Dia 16, no Juizado Especial Adjunto Cível de Guapimirim, Andrea informou que tinha 12 audiências de instrução e julgamento — onde pode ocorrer acordo, serem dados depoimentos e até ser proferida sentença.

Na sala ao lado, Tarsilla fazia as do Juizado Especial Adjunto Criminal. Naquele dia, ela tinha pelo menos 15 audiências.

Na ocasião, funcionários do cartório disseram que a juíza só chegou por volta das 16h.

OAB DE MAGÉ FEZ DENÚNCIA

Tanto Andrea quanto Tarsilla não se apresentam como juízas e enfatizam que são funcionárias. Andrea orienta quem participa das audiências: “Eu não sou a juíza. Mas é como se ela estivesse aqui (...), agora não coloca isso no seu relatório, não”. Dia 22, Myriam Therezinha deveria presidir audiências de instrução e julgamento do Juizado Especial Cível de Inhomirim, mas lá estava Tarsilla. Na pauta, 25 audiências que começaram às 13h30, quando a juíza estava no prédio. O grau de insatisfação com a ausência da magistrada fez com que a OAB de Magé denunciasse o caso à Ouvidoria do órgão, que montou dossiê após visitas às comarcas.

Advogados podem recorrer para anular audiências

As audiências de instrução e julgamento sem a presença da juíza podem ser anuladas. Para isso, os envolvidos no processo precisam entrar com recurso na Justiça. “Isso pode ocorrer só nos casos em que os interessados se sentirem prejudicados”, explicou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Antônio José Azevedo Pinto.

Segundo o presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, a anulação pode acontecer em qualquer processo que não tenha sido feito dentro da lei. “Os interessados que se sentirem prejudicados, ou até mesmo o Ministério Público, podem pedir a anulação”, exemplificou.

Na opinião do corregedor-geral da Justiça, o juiz é zelador da lei. “Ele deve cumprir e fazer cumprir. Um juiz não pode agir fora da lei”, enfatizou o magistrado.

OAB acusa juíza de falsidade ideológica

Na representação à Corregedoria da Justiça, a OAB-RJ pedia ainda que fosse encaminhada cópia para o Ministério Público Estadual para apuração do crime de falsidade ideológica, praticado pela magistrada, e usurpação de função pública pelas ‘secretárias’.

Na ata de cada audiência constava que as sessões ocorriam na presença da juíza e que, por ela, as sentenças eram proferidas — o que não ocorria. “O caso é gravíssimo. As audiências não eram feitas dentro da lei”, afirmou presidente da OAB-RJ, Wadih Damous.

Há dois meses, a Ouvidoria Itinerante constatou as irregularidades. “A juíza está fora da lei”, protestou o ouvidor-geral da OAB, Álvaro Quintão.

ENTREVISTA: MYRIAM THEREZINHA SIMEN RANGEL CURY, JUÍZA

SOU EXAGERADA NA MINHA DEDICAÇÃO'

1. Como é o trabalho da senhora nas comarcas de Guapimirim e Inhomirim?

—Focado na produtividade e celeridade. De maio a agosto do ano passado, em Inhomirim, entraram 1.161 novos processos e proferi 1.441 sentenças. Já até sofri ameaças de morte. Tenho paixão pelo meu trabalho.
Acho até que sou exagerada na minha dedicação. Talvez as minhas ideias sejam avançadas.

2. As ‘secretárias’ presidiam audiências de instrução e julgamento. Como explica essa situação?

—Elas não presidiam, elas iam adiantando a confecção das atas de audiência, a parte burocrática. Enquanto isso, vou apreciando pedidos de habeas corpus e tomando outras providências. Assim consigo prestar a jurisdição melhor porque não vou ter que dar a sentença ali na hora de qualquer maneira. Elas não decidem nada. Tudo acontece sob meu crivo. Quem preside as audiências sou eu.

3. Mas nas atas constam que as audiências ocorrem na sua presença e a senhora não estava lá.

—É despacho, não é decisão, embora esteja escrito ali. Quando é tomada alguma decisão é porque eu entrei na sala de audiência e decidi.

4. Dia 16, as audiências começaram às 12h. A senhora estava lá? Quando não está, ocorrem audiências?

—Não lembro. Pode ser que tenha me atrasado. Eventualmente, acontece (se referindo à sua ausência), mas estou em contato telefônico. Não posso parar a prestação jurisdicional por causa do trânsito caótico do Rio.

16 DE JUNHO, FÓRUM DE GUAPIMIRIM

A secretária Andrea de Lima Guerra explica como as audiências ocorrem sem a presença da juíza. Ela pede, ainda, que a repórter, que é também estagiária de Direito, não divulgue a “rotina”.
Andrea: Se tem proposta de acordo, eles fazem e a gente efetua o acordo. Se não há, acontece isso que você está vendo. A parte ré oferece a contestação, a advogada da parte contra se manifesta contra a contestação, caso queira, e dali vai para o juiz fazer a sentença. Isso que é AIJ (audiência de instrução e julgamento). A juíza não sou eu, mas se ela estivesse seria o mesmo procedimento.

Não é o fato de ela não estar aqui que não está rolando nada... É como se ela estivesse. Tanto que você não vai colocar no relatório que foi a secretária que fez. Tem que botar que foi a juíza.
Tarsilla orienta os envolvidos em um processo
Tarsilla: A audiência foi remarcada para essa data aqui: dia 6 de outubro, às 13h40. O senhor tem que comparecer, tá? E a assistente social vai à casa de vocês para fazer o estudo social. E a senhora tem que comparecer nessa data aqui também, ok? Então tá.

DIA 22 DE JUNHO, FÓRUM DE INHOMIRIM

Ao terminar uma das audiências, a advogada cobra a assinatura da juíza e pergunta à secretária se é ela que preside a audiência.

Advogada: A dra. não assina?

Tarsilla: A juíza?

Advogada: É.

Tarsilla: A doutora não assina ata, não...

Advogada: Quem preside a audiência é você?

Tarsilla: Eu assino ata.

O DIA ONLINE

A delegada Adriana Belém já foi carcereira

Delegada de Polícia Adriana Belém - 'Pra' ninguém botar defeito

Fotos de Wagner Carvalho

Filha de uma família humilde do Tanque, bairro de Jacarepaguá, Adriana Belém tem uma história de vida digna de um filme. Ela, que sempre sonhou em ser policial civil, entrou na corporação pelo posto mais simples (e perigoso), o de carcereira. “Eu trabalhei até em carceragem de homens, na divisão de entorpecentes”, lembra Adriana, que nunca abandonou os estudos durante o período como carcereira.

VEJA VÍDEO EXCLUSIVO DO ENSAIO DA DELEGADA

Em 1997, então, ela, hoje divorciada e mãe de um menino de 6 anos, passou no concurso para delegada. “Foi um salto muito grande. Os colegas passaram a me respeitar imensamente”, diz. Amiga de longa data da família de Ronaldo Nazário, mais especificamente de Nelinho, irmão do jogador, Adriana foi apresentada, há alguns anos, a Adriano Imperador, de quem se tornou grande amiga. “O que mais me aproximou de Adriano foram nossas origens. Ele é uma grande amigo. É gente como a gente”, diz a delegada, que viajou à Sardenha, na Itália, no mês passado, a convite do Imperador.


Ao contrário de boa parte dos delegados, Adriana não sonha em ingressar no judiciário ou no Ministério Público. “É aqui na Polícia Civil onde eu sempre quis estar. Fui a primeira delegada promovida por bravura na história da polícia”, orgulha-se referindo-se à prisão de um traficante de Vigário Geral, em 2006. A pergunta que não quer calar: para onde Adriana Belém pode subir? “Ser chefe de polícia, quem sabe...”.

fonte: Retratos da Vida - Extra

Retratos da Vida: Extra Online

Falabella defende Laura Cardoso após piada de mau gosto de humorista

Brincadeira de péssimo gosto

Falabella, Diogo Vilela e Laura Cardoso. Crédito: Fausto Candelária

Miguel Falabella mostrou sua indignação contra a da turma do “Pânico na TV” e saiu em defesa de Laura Cardoso no Twitter.

O motivo da revolta se deve ao fato da humorista Vanessa Barzan, conhecida como “Mulher arroto”, ter tentado, na noite desta segunda-feira, aplicar a pegadinha do arroto na atriz Laura Cardoso, de 82 anos, no lançamento da biografia de Gloria Pires.

“Eu estou chocado. Vocês viram que uma mulher tentou arrotar no rosto de Laura Cardoso, uma das maiores atrizes deste país, aos 82 anos?”, escreveu, no Twitter, o autor de “A vida alheia”.

Com a defesa dos fãs do humorístico da Rede TV!, Falabella foi além em seu desabafo.

“O Brasil precisa mostrar repúdio a esse tipo de coisa. Tudo tem limite”, escreveu.

“Eu sou apaixonado pela Laura Cardoso. Ela é uma atriz admirável. Isso é uma vergonha! É um desrespeito inadmissível”, prosseguiu.

“Vocês acreditam que tem gente que acha normal aquela criatura ter pretendido arrotar na cara da Laura? Tou (sic) bloqueando todos, ainda bem”, disse Miguel.

Retratos da Vida: Extra Online

terça-feira, 13 de julho de 2010

Chuva e ventania deixam Defesa Civil do Rio em estado de atenção

Em emergência, população pode entrar em contato com o órgão, pelo 190.Previsão para quarta-feira (14) é de máxima de 22ºC e mínima de 15ºC.

Do G1 RJ

A Defesa Civil do Rio de Janeiro informou no início da noite desta terça-feira (13) que está em estado de atenção devido à possibilidade de chuva e rajadas de vento à noite e de madrugada.

Na noite de segunda-feira (12), uma ventania derrubou árvores e provocou a queda de uma janela de um hotel, em Copacabana, na Zona Sul.

Até as 18 horas, o órgão ainda não havia registrado nenhuma ocorrência grave. A Defesa Civil recomenda aos moradores de áreas de encostas e locais sujeitos a deslizamentos que fiquem atentos a sinais de trincas e rachaduras.

Em caso de emergência, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil, no telefone 190, que funciona 24 horas.

Ventos de até 70 km/h

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para a noite desta terça-feira ventos de até 70 km/h e trovoadas isoladas em alguns pontos do estado, principalmente nas regiões do Vale do Paraíba, Serrana, Metropolitana e na Costa Verde.

De acordo com os meteorologistas do Inmet, o tempo na quarta-feira (14) deve amanhecer nublado e encoberto com probabilidade de chuva e ventos. A temperatura vai cair e os termômetros podem registrar mínima de 15ºC e máxima de 22ºC.

Ventania causa estragos na cidade

Na noite de quarta-feira (13), uma janela de um hotel, que fica na Rua Princesa Isabel, em Copacabana, caiu com a força dos ventos. De acordo com o Corpop de Bombeiros, a janela atingiu um sinal de trânsito. Ninguém ficou ferido.

De acordo com o serviço de informações da Marinha, os ventos chegaram a 66 km/h. A chegada de uma frente fria deixou a Defesa Civil do Rio em estado de vigilância. O órgão alertou para a possibilidade de chuva leve, ocasionalmente com pancadas moderadas, na cidade, de forma rápida e passageira.

Na Lagoa Rodrigo de Freitas, também na Zona Sul, a ventania provocou queda de galhos perto do Jardim de Alah. Uma placa publicitária também caiu com a força dos ventos. Uma outra despencou em frente a um supermercado, no Jardim Botânico.

Em outro ponto da Zona Sul, no Leblon, uma árvore tombou e atingiu dois carros que estavam estacionados na Rua Juquiá. A amendoeira caiu sobre a pista e interrompeu o trânsito. Motoristas que seguiram para o local encontraram lentidão. Segundo os bombeiros, ninguém ficou ferido.

Falta de luz

A ventania também deixou trechos de vários bairros sem luz. No Leblon, moradores ficaram sem luz por causa da árvore que caiu na Rua Juquiá. Segundo a Light, companhia responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Rio de Janeiro, uma equipe foi enviada ao local para a manutenção da rede.

No subúrbio do Rio, moradores de alguns trechos da Favela Nova Holanda também ficaram às escuras. O mesmo ocorreu em Santa Cruz, na Zona Oeste, e em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A Light informou que uma equipe também foi acionada para os locais.

G1 - notícias em Rio de Janeiro

Taxista espancado por colegas de profissão reconhece agressor

Por meio de fotos, ele identificou homem que iniciou as agressões. Vítima prestou depoimento por mais de uma hora nesta terça-feira (13).

Do G1 RJ

 

O taxista Kleber Luís Oliveira da Rosa, espancado por colegas de profissão, no Aeroporto Tom Jobim, na Ilha do Governador, prestou depoimento na tarde desta terça-feira (13) na delegacia de Polícia Civil que fica no local. De acordo com a delegada responsável pelas investigações, Fátima Bastos, a vítima reconheceu o homem que iniciou as agressões.

Por meio de fotos, Kleber apontou como o principal agressor um taxista que já tem três passagens pela polícia por lesão corporal e formação de quadrilha. A delegada informou que durante o interrogatório, a vítima disse que só lembrava do homem que iniciou as agressões e que, depois de cair no chão, ele não conseguia lembrar de outros detalhes.

A delegada não quis adiantar o nome do principal suspeito para não atrapalhar as investigações. Ela declarou que Kleber foi interrogado por mais de uma hora e comentou que ainda sente dores em decorrência das agressões.

Imagens do circuito de segurança do Aeroporto Internacional Tom Jobim, mostram Kleber sendo agredido na madrugada de quarta-feira (7).

Veja a agressão no vídeo abaixo

Todos os envolvidos já foram identificados e, segundo a polícia, podem ser incriminados por tentativa de homicídio e omissão de socorro, por não terem ajudado a vítima.

A briga teria começado depois que Kleber pegou uma passageira no terminal do aeroporto. Os taxistas da cooperativa que fazem ponto do local não gostaram da atitude e começaram a discussão.

A polícia espera encerrar o inquérito e mandar o caso ao Ministério Público do Rio na próxima semana.
“Eu já ouvi todas as pessoas envolvidas na história e já sei quem é quem. O próximo passo é individualizar as condutas e repassar o caso para o Ministério Público”, explicou a delegada.

G1 - notícias em Rio de Janeiro