sábado, 20 de fevereiro de 2010

Albergue com cinco turistas é assaltado em Ipanema

Vítimas tiveram seus pertences roubados.
Cerca de R$ 3 mil foram levados pelos suspeitos.

Do G1, no Rio

Cinco turistas que estão hospedados num albergue na Rua Paul Redfern, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, foram assaltados na madrugada deste sábado (20). As informações são do 23º BPM (Leblon).

Segundo a polícia, por volta das 4h, quatro homens roubaram cerca de R$ 3 mil do albergue e pertences de cinco turistas que estavam hospedados.

Entre os objetos roubados há máquinas fotográficas, celulares, relógios e mochilas. A Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat) investiga o caso.

Na Deat, a informação é que o albergue funciona também como um bar, aberto ao público. No local, há câmeras de segurança. A polícia vai tentar identificar os suspeitos pelas imagens.

Das cinco vítimas, quatro registraram a ocorrência. Entre elas há um argelino, um argentino e um francês.
A perícia ainda está no local.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Secretaria de Segurança investiga morte de adolescente em favela do Rio

Corpo foi encontrado com sinais de espancamento.
Moradores denunciam a PM; jovem tinha passagem pela polícia.

Do G1, no Rio

A Secretaria de estado de Segurança do Rio investiga a morte de um adolescente de 14 anos na favela Cidade de Deus, na Zona Oeste da cidade. O corpo foi encontrado na noite de sexta-feira (12) e, segundo a própria Secretaria, há sinais de que o menor tenha sido espancado.

O jovem, desaparecido por volta das 11h de sexta-feira (12), foi encontrado na região conhecida como Manilha.

Segundo a Secretaria de Segurança, o menor tinha três passagens pela polícia – uma por desacato e duas por tráfico de drogas.

Moradores da comunidade denunciaram os policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora da região, mas, em nota, a Secretaria não confirma a participação dos agentes no crime.

Leia abaixo a íntegra da nota:

“Policiais da UPP Cidade de Deus e da Delegacia de Homicídios estão investigando a morte de um menor, encontrado na noite de ontem, com sinais de espancamento, na região conhecida como Manilha, perto da Rocinha 2.

A Secretaria de Estado de Segurança esclarece que não houve nenhum registro apontando policiais da unidade como autores do crime.

O menor, de 14 anos, já tinha três passagens pela polícia - uma por desacato e duas por tráfico”.

A UPP da Cidade de Deus completou um ano esta semana.

O caso é investigado também pela Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, também Zona Oeste.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Preso suspeito de matar criança durante o carnaval no Rio

Segundo a polícia, homem confessou o crime.
Menino teria sido atingido durante uma briga numa festa.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

Foi preso na madrugada deste sábado (20) um homem que é suspeito de matar uma criança de 10 anos e ferir outras duas pessoas durante o carnaval, em Madureira, no subúrbio do Rio. Segundo a delegada Adriana Belém, da 28ª DP (Campinho), o suspeito confessou os crimes.

“Ele disse que teve uma desavença com uma dessas pessoas feridas e que andava armado para se defender. Ele falou também que encontrou o sujeito durante uma festa e numa briga efetuou os disparos, só que além do homem, outras pessoas foram atingidas, entre elas uma criança de 10 anos, que acabou morrendo”.

Segundo a polícia, o menino estava acompanhado do pai e não tinha nada a ver com a briga.

Segundo a delegada, o crime aconteceu no dia 15, e o homem foi preso em flagrante nesta madrugada por porte ilegal de arma.
“Recebemos uma denúncia há dois dias que ele estava escondido numa casa na Praça Seca, e conseguimos prendê-lo hoje”.

O suspeito irá responder por homicídio consumado, com pena de 12 a 30 anos, e por duas tentativas de homicídio. Ele também responderá por porte ilegal de arma, cuja pena varia de 3 a 6 anos.
Um dos feridos permanece no hospital.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Fragata com sobreviventes de naufrágio chega ao Rio

Embarcação atracou na Base Naval do Mocanguê.
Expectativa é que uma segunda fragata chegue ainda neste sábado.

Do G1, no Rio

 

Uma fragata com pelo menos 11 sobreviventes do naufrágio de um veleiro canadense chegou à Base Naval do Mocanguê, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, por volta das 10h40 deste sábado (20).

Uma segunda embarcação com mais sobreviventes ainda é esperada neste sábado (20).

O embaixador do Canadá no Brasil, Paul Hunt, está no local para receber os jovens.

Segundo ele, alguns pais dos estudantes que estavam no veleiro estão no Rio para receber os filhos.

Tempestade pode ter causado acidente

A Marinha diz que uma tempestade em alto mar, como as de cinema, pode ter causado o naufrágio do veleiro canadense no litoral do Brasil.

As imagens do site de divulgação do veleiro Concórdia mostram alunos que estudaram no barco escola em anos anteriores. Na viagem atual, 64 pessoas estavam a bordo.

Em setembro do ano passado ele saiu do Canadá com jovens entre 16 e 21 anos de nove países. Passou pelo Reino Unido, Mar Mediterrâneo e África. Cruzou o Atlântico e chegou ao Recife em janeiro. No início de fevereiro, partiu em direção a Montevidéu.

O último contato do veleiro foi feito na quarta-feira (17) à noite, e foi um pedido de socorro. Quase 24 horas depois um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) encontrou os botes salva vidas com as 64 pessoas vivas, a quase 560 km da costa brasileira.

Satélite

As fotos feitas por um satélite meteorológico norte-americano mostram as condições na região na quarta à noite, quando aconteceu o naufrágio. Dois fenômenos podem ter piorado o tempo no local onde o Concórdia passava.

Primeiro uma frente fria vinda do Rio Grande do Sul chegou à região. Ela foi seguida de muito perto pelo que os meteorologistas chamam de sistema de alta pressão.

A frente fria formou as nuvens, o sistema de alta pressão aumentou o vento. As ondas podem ter chegado a três metros de altura. Os ventos fizeram o veleiro virar. Logo depois ele afundou.

“O vento forte normalmente levanta muito o mar. O que nós vemos nos filmes acontecem também na realidade”, afirmou o vice-almirante Gilberto Max, comandante do Primeiro Distrito Naval.

Depois que os aviões encontraram os botes as pessoas foram socorridas por navios cargueiros que passavam pela região.
Na noite de sexta-feira (19) começou o trabalho de transferência da tripulação e dos estudantes para duas embarcações da Marinha Brasileira.

G1 > Edição Rio de Janeiro

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Jovem solto cometeu três crimes durante internação

Gabriela Moreira

Crime bárbaro

Via Crucis pela paz. Evento organizado pela família de João Hélio (Foto: Luiz Morrier / 10.03.2007)

O jovem condenado pela morte do menino João Hélio e solto na semana passada tem outros quatro registros policiais, sendo três como autor. Todos ocorreram durante sua internação. Em um deles, foi apontado como integrante de um grupo de menores que tentou matar um agente de disciplina do Degase, na Escola João Luis, na Ilha.

De acordo com o registro (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente - DPCA), no dia 16 de fevereiro de 2008 — um ano após a morte de João Hélio — por volta das 20h30m, o grupo tentou asfixiar o agente com três tiras de pano e cordas. No dia seguinte, o então menor e outros colegas tentaram fugir, organizando um motim. Em agosto do mesmo ano, outra tentativa de fuga foi registrada, desta vez no Centro de Atendimento Intensivo Belford Roxo (CAI Baixada). Ele também foi apontado como um dos autores.

Nesta quinta-feira, o governo federal confirmou que o jovem foi incluído no Programa de Proteção à Criança Ameaçada de Morte (PPCam), programa mantido pela secretaria nacional de Direitos Humanos. O único registro em que o rapaz aparece como vítima é de uma lesão corporal, ocorrida no dia 9 de julho de 2008, registrada na 54ª DP (Belford Roxo).

A assessoria de imprensa da secretaria informou que o jovem não está no Rio de Janeiro, mas negou que ele tenha sido levado para fora do país. O PPCam tem como objetivo a reintegração à sociedade e a proteção do menor que tenha sido testemunha de algum crime. Uma das medidas tomadas para garantir a proteção dos jovens é retirá-los de seu estado de origem.

Caso de Polícia - Extra Online

Traficante procurado pela Secretaria de Segurança é preso em São Cristóvão

Marcelo Boto chefiava o tráfico no Morro do Tuiuti. Ele é acusado de ter ordenado a queima de ônibus da Itapemirim, em 2006, na Penha

POR CHARLES RODRIGUES

Rio- Procurado pela polícia e apontado como um dos bandidos mais perigosos do Rio de Janeiro, Marcelo Ricardo Pereira, de 36 anos, o Marcelo Boto, foi preso em flagrante por policiais do 4º BPM (São Cristóvão), no fim da noite de quinta-feira, na Rua Marechal Jardim, em um dos acessos ao Morro do Tuiuti, em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio.   

Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

Marcelo Ricardo Pereira, de 36 anos, o Marcelo Boto | Foto: Osvaldo Praddo / Agência O Dia

A prisão de Marcelo Boto ocorreu durante um patrulhamento de rotina. Segundo os policiais, o traficante foi abordado quando passava em um Palio Weekend, roubado no dia 12 de Fevereiro, na Tijuca. O traficante não resistiu à prisão.

Com ele foi apreendida uma pistola Glock calibre 40, com cinco munições. A  Secretaria de Segurança havia estipulado uma recompensa de R$ 1 mil pela prisão de Marcelo Boto, que chefiava o tráfico no Morro do Tuiuti.

Além de acumular seis passagens pela polícia por tráfico, associação ao tráfico e receptação, Marcelo tinha contra ele um mandado de prisão pendente por tráfico de drogas, expedido pela 14ª Vara Criminale, 2007. De acordo com o delegado adjunto da 19ª DP (Tijuca) Bruno Gilaberte, o traficante foi autuado por porte ilegal de arma e receptação.

Traficante é acusado de ordenar a queima de um ônibus da Itapemirim

Procurado há três anos, Marcelo Boto é acusado, entre outros, de ter ordenado a queima de um ônibus da Viação Itapemirim, durante um ataque criminoso do Comando Vermelho, em dezembro de 2006. O incêndio provocou a morte de sete pessoas e deixou outras 20 feridas.

De acordo com dados da polícia, Marcelo Boto teria ligações com traficantes do Tuiti, Mangueira e Triagem. Ele é acusado de conduzir os pontos de vendas de drogas com violência, além de roubar carros e comandar "bondes".

O DIA ONLINE - RIO

Turistas reclamam de taxistas que cobram tarifas irregulares no Porto

Motoristas se recusam a cobrar pelo taxímetro, dizem passageiros.
Os taxistas negam a combinação de preços.

Do G1, no Rio, com informações do RJTV

 

Desordem na porta do Cais do Porto do Rio de Janeiro. Passageiros que desembarcaram de navios nesta sexta-feira (19) no Píer Mauá, na Zona Portuária do Rio, reclamaram que motoristas de táxi se recusam a cobrar pelo taxímetro. Segundo eles, a corrida pode custar até R$ 50 por pessoa. Os taxistas negam a combinação de preços.

Até o início do desembarque não há reclamação. A prioridade é para quem contratou passeio de van ou ônibus de dentro do navio. Somente depois começam a descer os turistas que encerram a viagem no Rio. A partir daí, surgem os problemas: “Eu fiquei perdida procurando minha mala. Depois uma fila imensa”, disse a professora Silvana Ribeiro.

O desembarque começou às 8h desta sexta-feira, e duas horas depois uma grande fila de pessoas esperando por táxi se formou do lado de fora do píer. A maioria dos passageiros mora no Rio e quer voltar para casa.

“Era preciso de um pouco mais de infraestrutura, transporte, essas coisas. Você fica um pouco sem opção e aí os táxis cobram além”, reclamou a professora Carla Araújo.

O comerciante Daniel Cohen precisava de um carro grande, para ele, a mulher e a filha. "Aqui tem que fechar o preço. Até pelo fato de você ter um número maior de bagagem, está com criança, família grande. Não querem rodar no taxímetro”, disse.

Taxistas negam

Os taxistas negaram que estejam cobrando tarifas irregulares aos passageiros. “Aqui a gente cobra no taxímetro. O turista é que quer o carro a disposição. A gente quer cobrar no taxímetro e eles querem o preço fechado”, disse o motorista Alberto Luis.

Uma turista argentina, no entanto, alegou que um taxista cobrou R$ 50 por pessoa para fazer um passeio pela cidade. Fazendo a conta, seriam R$350 para dar uma volta com sete pessoas pelo Maracanã, Lagoa, praias e pelo Cristo, sem subir o Morro do Corcovado.

Os taxistas afirmam fazer boicote depois que tiveram o ponto transferido da área do desembarque para a do embarque, há cerca de cem metros de distância. “A gente fica aqui e deixa o tumulto. Para eles ‘vê’ (sic) aí o que eles causaram. O transtorno que eles causaram aí dentro. Eles querem usar os táxis deles que são especiais e muito mais caros”, reclamou Alberto.

Dificuldades

Enquanto isso, passageiros sofrem com a cobrança de tarifas irregulares. O casal Tânia e Mário enfrentaram essa dificuldade ao chegar de um cruzeiro pelo nordeste no sábado de Carnaval.

“Infelizmente sem estrutura nenhuma para receber. Nós que somos daqui nos sentimos perdidos, imagina um estrangeiro, uma pessoa de outra cidade. Você sem encontrar táxi, sem guarda, sem ninguém para te dar informação. Como você poderia sair de lá? Tivemos que apelar para familiares”, afirmou Tânia.

“Nós ficarmos no sol forte, sem saber o que fazer durante quase três horas. Realmente foi difícil”, completou Mário.

A Subsecretaria municipal de Fiscalização de Transportes informou que está programando operações para combater as cobranças irregulares dos taxistas que atuam no Píer Mauá. Segundo a Subsecretaria, cobrar fora do taxímetro é crime contra a economia popular. E o motoristas infrator pode ter a permissão cassada pela prefeitura.

G1 > Edição Rio de Janeiro