domingo, 2 de agosto de 2009

É grave estado de vítima de incêndio em subestação da Cedae

Homem está internado com queimaduras de 2º grau no Hospital do Andaraí.
Ele é plantonista e tentou apagar as chamas.

Do G1, no Rio, com informações da TV Globo

É grave o estado de saúde do funcionário da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que ficou ferido em um incêndio numa elevatória da empresa na Avenida Francisco Bicalho, na Zona Portuária do Rio, na manhã deste domingo (2). As informações são da assessoria da Cedae.

A elevatória bombeia a água que chegada da Estação de Tratamento do Guandu para os morros da Providência e de São Carlos, no Centro do Rio.

A vítima, identificada como Marcos Antonio Carneiro Duarte, de 47 anos, foi levada para o Hospital do Andaraí, na Zona Norte, com queimaduras de segundo grau pelo corpo todo. Ele está no Centro de Tratamento de Queimados.

De acordo com a empresa, houve um superaquecimento da subestação de energia que faz as bombas da elevatória funcionar, o que provocou um incêndio. O funcionário, que é plantonista, se queimou ao tentar apagar as chamas, que já foram controladas pelos bombeiros.

Ainda segundo a Cedae, vai ser preciso trocar dois disjuntores, e o serviço deve ser concluído na noite deste domingo (2). Com isso, parte dos morro da Providência e de São Carlos pode ter o abastecimento de água afetado.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Polícia prende suspeito de chefiar tráfico no Morro do Borel

Informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança.
Suspeito não teria reagido à prisão.

Do G1, no Rio

Policias do 6º BPM (Tijuca) prenderam, na tarde deste domingo (2), o homem apontado pela polícia como chefe do tráfico no Morro do Borel, na Tijuca, Zona Norte do Rio. As informações são da Secretaria de Segurança Pública do Rio.
De acordo com a secretaria, o suspeito não reagiu à prisão e não houve troca de tiros. Ele foi encontrado, no início da tarde deste domingo, em uma casa no Morro do Borel.

Na última terça-feira (28), uma  operação da Polícia Civil na comunidade  terminou com quatro pessoas detidas e cinco motos apreendidas. O objetivo era justamente localizar o suposto chefe do tráfico da região.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Três irmãos morreram carbonizados na Baixada Fluminense

Eles dormiam na sala de casa quando o fogo se espalhou rapidamente.
Os pais das crianças conseguiram se salvar.

Do G1, no Rio

 

Três crianças, que eram irmãs, morreram carbonizadas num incêndio que atingiu uma casa na comunidade de Vila Ruth, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na madrugada deste domingo (2). As informações são da assessoria do Corpo de Bombeiros e da 64ª DP (Vilar dos Telles). 

Segundo os bombeiros, as vítimas são os irmãos Marcos Paulo Silva Pinto Nascimento, de 7 anos, João Vitor Silva Pinto Nascimento, de 5, e Priscila Silva Pinto Nascimento, de 14. Eles estavam dormindo na sala quando o fogo se espalhou rapidamente. Os pais das vítimas, que dormiam em um quarto, conseguiram se salvar.

O incêndio começou por volta de 1h30 da madrugada. Há indícios de que um curto-circuito em um ventilador tenha provocado o fogo.

Os corpos das crianças foram levados para o IML de Nova Iguaçu.
O caso foi registrado na 64ª DP (Vilar dos Telles).

G1 > Edição Rio de Janeiro

Inglesas suspeitas de golpe relatam 'terror' em prisão brasileira

Shanti Andrews e Rebecca Turner ficaram seis dias presas no Rio.
Turistas relatam 'cheiro horrível' e celas superlotadas.

Do G1

As inglesas Shanti  Andrews e Rebecca Turner, ambas de 23 anos, contaram ao jornal britânico "Daily Mail" sobre as condições da prisão em que ficaram durante seis dias no Brasil. Elas são suspeitas de tentar aplicar um golpe contra a seguradora de suas bagagens.

Shanti disse que as duas não conseguiam parar de tremer de ansiedade, apesar do calor, e que a carceragem era tão cheia que não era possível virar ao se deitar no chão.

Para Rebecca, a primeira prisão em que as duas ficaram, em Mesquita, foi um "pesadelo". "Foi a coisa mais amedrontadora que já aconteceu na minha vida. Eles só falavam português e nós só inglês e houve momentos em que nós pensamos se algum dia sairíamos de lá."

Rebecca disse ao jornal que elas ficaram em uma cela de aproximadamente 3m por 3m com cerca de 25 mulheres. "Todas dormiam no chão de concreto. Eles só nos deram um cobertor fino para cada uma."

Segundo Shanti, só havia um chuveiro na prisão do qual saía um fio de água e uma privada que não dava descarga. "O cheiro era horrível. Era horrível no calor, pior do que qualquer coisa que você possa imagina."

Shanti diz que uma presa que dormia entre as duas garotas era acusada de matar alguém, mas que as todas as prisioneiras foram gentis com elas.

Rebecca relatou ainda ao jornal que as duas não comeram a comida do presídio porque "nós sabíamos que eles lavavam tudo [os alimentos] na água da torneira local". Segundo ela, as duas tomaram apenas água mineral trazida por seus advogados.

Na sexta-feira, elas foram transferidas ao conjunto penitenciário de Bangu, onde, segundo elas, ficaram esperando três horas em um pátio na chuva antes de entrarem na prisão. Além disso, outras presas as provocaram e elas tiveram medo de serem abusadas sexualmente. Segundo as jovens, elas passaram por revista íntima quatro vezes nos seis dias em que ficaram presas.

Soltura

Shanti e Rebecca deixaram por volta das 16h45 deste sábado (1º) o presídio Nelson Hungria, no conjunto penitenciário de Bangu, na Zona Oeste do Rio. A informação é da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Elas vão responder em liberdade ao processo no qual são acusadas de tentativa de golpe no Rio.

Segundo o advogado Renato Tonini, as jovens permanecerão na cidade até o julgamento.

"Acreditamos que o julgamento possa ocorrer dentro de quatro semanas, vamos colaborar para que isso se concretize", disse o advogado neste sábado.

Habeas corpus

O advogado entrou com pedido de habeas corpus na quinta-feira (30), mesmo dia em que o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal do Rio, decidiu manter a prisão das britânicas. Uma liminar foi concedida na última sexta-feira (31) pelo desembargador Sérgio Verani, da 5ª Câmara Criminal.

A liminar é uma medida antecipada do pedido feito pelo advogado das acusadas. O julgamento definitivo do habeas corpus ainda não tem data.

Segundo o Tribunal de Justiça, o juiz deverá intimar as turistas para uma audiência, que deverá ser realizada na próxima semana. As inglesas podem cumprir pena de 1 a 5 anos de prisão pelo crime de estelionato.

Promotor quer punições severas

Na quarta-feira (29), o promotor Juan Luiz Souza Vazquez ofereceu denúncia contra as jovens. Segundo o promotor, a punição para Shanti e Rebecca deve ser rígida para que se evite a fuga delas para a Inglaterra. Vazquez ressaltou que, apesar do advogado das jovens entregar os passaportes, as inglesas podem recorrer ao consulado do Reino Unido pedindo a emissão de um documento que autorize a viagem de retorno.

“A prisão é necessária, até porque não existe um acordo entre o Brasil e a Inglaterra que possibilite o cumprimento da pena no país de origem das turistas”, informou o promotor.

Como aconteceu a prisão

Shanti e Rebecca foram presas após procurarem, na madrugada de segunda-feira (27), a Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat) para relatar o furto de objetos pessoais. Os policiais desconfiaram da versão das inglesas e foram até ao albergue onde elas estavam hospedadas, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e constataram que todos os itens estavam no local.
De acordo com o promotor, os documentos apresentados na delegacia mostraram que as jovens quiseram aplicar um golpe contra a seguradora das bagagens. Segundo ele, o valor dos bens declarados pelas jovens como furtados era compatível com o que elas iriam receber do seguro, uma quantia de um pouco mais de mil libras, o que representa cerca de R$ 4 mil.
O advogado das inglesas alegou que houve um “mal-entendido” e que elas teriam se confundido ao relatar os itens furtados.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Bebê é abandonado em saco plástico na Zona Oeste do Rio

Recém nascido tem 2,7 kg e 45 cm e foi levado para hospital.
Médica e outras sete famílias querem adotá-lo.

Do G1, no Rio, com informações do RJTV

 

Um bebê foi abandonado, na tarde da última sexta-feira (31), em um saco plástico em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

A dona de casa Rosimeri Moreira Costa, que levou o bebê para o hospital, contou que a criança foi encontrada por duas jovens, no mato, cercada de lixo, na Avenida Antares, por volta das 16h.

O recém-nascido chegou à unidade de saúde com 2,7 kg e 45 cm, ainda com o cordão umbilical. Em 24 horas, o bebê conquistou os funcionários do hospital e ganhou até um nome: Pedro Vitor.
“Uma vitória, por ter sobrevivido”, disse a técnica de enfermagem Renata Ribeiro.

Uma pediatra alugou uma ambulância para transferir a criança para um hospital com mais recursos, onde foram feitos vários exames. Ela também vai pedir a guarda do menino.

Fila para adoção

A juíza da Vara da Infância e da Juventude de Santa Cruz solicitou ao plantão judiciário que não defira a guarda da criança até segunda feira (3). O bebê deverá ficar sob a responsabilidade do conselho tutelar de Santa Cruz até que sua situação jurídica seja definida. Além da médica, a fila para adotar o menino tem mais sete famílias.

Segundo o Juizado da Infância e da Juventude, o abandono de uma criança é crime que prevê pena de seis meses a três anos de detenção

G1 > Edição Rio de Janeiro

Falta de vaga em CTI infantil impede que criança baleada seja transferida

Ministério da Saúde diz que buscou leitos em hospitais públicos e privados.
Menina foi atingida na cabeça por bala perdida e irá para CTI adulto.

Do G1, no Rio

 

Por falta de uma vaga de CTI infantil em hospitais públicos e privados do Rio, a menina Herlen de Souza, de 7 anos, atingida na cabeça por uma bala perdida neste sábado (1°), na Zona Norte do Rio, terá que permanecer internada no Hospital do Andaraí.

Ela será transferida da emergência infantil para um leito no CTI adulto, mas será atendida com equipamentos adaptados para crianças. Seu estado de saúde é grave, mas estável.
Segundo o Ministério da Saúde, inicialmente ela seria transferida para o Hospital de Saracuruna, na Baixada Fluminense, mas o leito acabou ocupado por outra criança em estado grave. Com isso, o coordenador da rede de hospitais federais no Rio, Oscar Berro, buscou uma vaga em unidades de toda a rede pública – incluindo unidades estaduais e municipais – mas em nenhuma haveria leito disponível em CTI infantil.

Segundo a assessoria de imprensa do ministério, Berro chegou a autorizar o pagamento de uma internação em CTI de hospital particular, mas também não teriam sido encontradas vagas disponíveis.

Menina está consciente

Herlen está consciente e os médicos vão aguardar as primeiras 48 horas para avaliar seu quadro clinico. A bala está alojada na nuca e não teria atingido partes consideradas vitais, como a medula. O Ministério da Saúde informou ainda que vai continuar tentando vaga num CTI infantil.
A menina foi baleada no fim da manhã deste sábado. Ela e Mônica Silva da Conceição, de 13 anos, estavam perto de casa na hora do tiroteio. As vítimas foram socorridas por parentes e amigos e levadas para o Hospital do Andaraí. Mônica foi atingida de raspão no braço e já teve alta. Moradores disseram que, na hora do tiroteio, PMs foram vistos no Morro do Andaraí.
“Ninguém pôde identificar se realmente foi tiro de policial”, disse Edson Dias, presidente da Associação de Moradores.
A policia militar informou que os tiros partiram de quadrilhas rivais e que quando policiais que patrulhavam os acessos à favela subiram o morro, as crianças já tinham sido feridas.

G1 > Edição Rio de Janeiro

Suspeitos são presos ao fraudar caixa eletrônico no subúrbio do Rio

Eles instalavam equipamento para retirar dinheiro de clientes.
Cerca de R$ 50 mil foram desviados em duas agências.

Do G1, no Rio, com informações do RJTV

 

Dois homens foram presos em flagrante quando instalavam um equipamento para desviar dinheiro de clientes em um caixa eletrônico em Vista Alegre, no subúrbio do Rio. Segundo a polícia, eles fazem parte de uma quadrilha especializada no golpe.

Os criminosos foram flagrados por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos, que investigavam o grupo há dois meses. As imagens gravadas pelo circuito de segurança do banco mostram os criminosos instalando o equipamento. Agindo com tranquilidade, os bandidos trocam peças e, em seguida, são presos em flagrante.
A agência, que funciona na Avenida Brás de Pina, foi vistoriada por peritos. De acordo com a polícia, nas últimas semanas cerca de R$ 50 mil foram desviados de caixas eletrônicos em outras duas agências bancárias no Méier.
“A quadrilha tem ramificação em São Paulo e na região Sul do Brasil. O equipamento é colocado no interior do caixa eletrônico. O caixa eletrônico é arrombado e, de posse dessas senhas, com um programa ele ativa e o dinheiro começa a ser retirado da máquina”, explicou o delegado Marcelo Martins.
Na delegacia, os suspeitos confessaram o crime. O advogado dos dois informou que vai entrar com pedido de habeas corpus, mas os investigadores informaram que eles já têm passagem pela polícia. Outros dois integrantes da quadrilha conseguiram fugir

G1 > Edição Rio de Janeiro